Chinese private-sector firms Oriental Energy and Zhejiang Satellite have shut down their propane dehydrogenation (PDH) units earlier than planned for maintenance owing to the coronavirus outbreak. Oriental took its 600,000 t/yr Zhangjiagang PDH and 400,000 t/yr polypropylene units in east China off line in early March, with works due to take around one month. At the same time, Zhejiang Satellite shut its 450,000 t/yr Jiaxing 1 PDH unit in east China for around 15 days of maintenance. The shutdowns were brought forward from late March because of the coronavirus and high inventories. This should boost PDH margins as propane prices are likely to fall in April with returning US imports to China. The two firms have obtained waivers from Beijing on the 25pc tariff on US propane. China's PDH rates fell to 63pc in early March from 76pc two weeks earlier.
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Metanol: Mercado se ajusta à nova dinâmica no spot
Metanol: Mercado se ajusta à nova dinâmica no spot
Sao Paulo, 29 December (Argus) — Novos fluxos de importação de metanol a partir de Rússia e Omã em 2025 aumentaram a competitividade do produto colocado no mercado à vista. Negociações por descontos maiores nos contratos de fornecimento, no entanto, devem limitar avanços mais significativos do spot no próximo ano. O aumento na diferença de preços entre contratos para pronta-entrega e entregas a termo tem levado usinas de biodiesel a negociarem descontos maiores. O segmento representa cerca de metade das aquisições de metanol no país. Até a reta final de 2025, o padrão para negociações utilizado pelas usinas era de descontos médios de 44pc em relação aos valores estabelecidos pelos principais fornecedores. Os produtores de biodiesel agora reivindicam descontos próximos a 50pc ou mais, em movimento que deve se estender por 2026. Parte das usinas de biodiesel tem intenção de aumentar a parcela de compras no mercado à vista e buscam aproveitar as oportunidades de preço que se apresentaram recentemente. Os volumes via contrato ainda representam a maior parte do mercado. A diferença de preço entre as duas modalidades mais que dobrou entre junho-dezembro, avançando de R$436/t para R$928/t, mostram os indicadores da Argus. Produtores de metanol argumentam que os níveis praticados no mercado à vista são insustentáveis para a manutenção das operações no médio ao longo prazo. A retração dos preços no spot é atrelada a uma sobreoferta de metanol devido à entrada de novas origens. O fortalecimento no combate a fraudes, atraso na implementação dos novos mandatos de mescla de biodiesel e uma desaceleração maior que a esperada nas vendas de biodiesel contribuem para a sensação de excesso de produto disponível. Cargas provenientes de Rússia e Omã começaram a chegar aos portos brasileiros em maio. Até novembro, foram contabilizadas 72.574 toneladas (t) de produto nacionalizado, segundo dados do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (Mdic). Isso representa 7pc do total de 1,0 milhão de t importadas no período. As usinas de biodiesel não acompanharam o aumento nas importações de metanol. Em parte, produtoras foram afetadas pelo atraso na alta da mescla para 15pc de biodiesel (B15), inicialmente esperada para março, mas efetivada somente em agosto . A demanda das usinas por metanol cresceu 2,5pc entre janeiro-outubro, na comparação com o mesmo período do ano anterior, segundo dados da Agência Nacional de Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP). Os desembarques nos portos brasileiros avançaram 6,1pc, conforme dados da plataforma especializada no monitoramento de navios Kpler. A operação Carbono Oculto contribuiu para afetar o balanço entre oferta e demanda, retirando do mercado parte de um volume com destinação irregular. Deflagrada no fim de agosto , a operação desvendou um esquema bilionário de lavagem de dinheiro e adulteração de combustíveis que envolvia a importação ilegal de metanol por meio do porto de Paranaguá. Oferta e demanda Participantes de mercado esperam um novo atraso no aumento do mandato de mescla do biodiesel em 2026. Produtoras de metanol relatam que as negociações por renovações de contratos para fornecimento de gás — principal matéria-prima para produção de metanol — estão atrasadas em Trinidad e Tobago, oferecendo menor clareza de preços à frente. A relação entre Estados Unidos-Venezuela, diante da mobilização de forças militares norte-americanas no Caribe, e uma eventual retirada das sanções da Europa e dos EUA contra a Rússia também seguem no radar. O fluxo de metanol entre Rússia-Brasil se desenvolveu após o fechamento do mercado europeu para o país em conflito com a Ucrânia. Distribuidores de produto russo argumentam que a rota para o Brasil está consolidada. Carregamentos de Trinidad e Tobago, Venezuela e Rússia corresponderam a mais da metade do metanol que desembarcou no Brasil em 2025. Empresas com base nas mesmas origens de importação atuais, que ainda não integram o mercado brasileiro, estudam ingressar neste segmento. O cenário de alta concorrência e preços em queda pode inibir avanços nos próximos meses. Pela ótica da demanda, a expectativa é de maior procura do setor de biodiesel. A Empresa de Pesquisa Energética (EPE) projeta crescimento de quase 6pc nas buscas por biodiesel , para 10,5 milhões de m³ em 2026. O cálculo considera a manutenção do atual mandato de mescla do biodiesel no diesel de 15pc. Apesar do provável atraso no aumento da mescla, produtores de biodiesel mantêm o plano de investimentos em novas plantas, visando a demanda crescente nos anos seguintes. Por Fernando Ladeira Envie comentários e solicite mais informações em feedback@argusmedia.com Copyright © 2025. Argus Media group . Todos os direitos reservados.
Usinas negociam equilíbrio em contratos de metanol
Usinas negociam equilíbrio em contratos de metanol
Sao Paulo, 17 October (Argus) — Produtores de biodiesel estão buscando renegociar a composição das fórmulas de preços definidas em contratos para a compra de metanol junto aos principais fornecedores do insumo, diante do recente avanço do mercado para pronta-entrega no Brasil com preços mais competitivos. As fórmulas dos contratos negociados entre produtores de biodiesel e os principais fornecedores de metanol costumam incluir uma proporção do preço definido pelo vendedor e uma parcela variável com base em um índice de mercado à vista definido em comum acordo. Essa proporção é composta por aproximadamente 80pc do preço dado pelo fornecedor e 20pc do preço indexado a um índice spot. A ampliação da oferta de produto entrepostado em Paranaguá no mercado à vista a preços mais baixos que os estabelecidos em contrato abriu espaço para que participantes começassem a negociar novas proporções nos próximos contratos, com até 40pc dos preços compostos por indicadores de mercado à vista. Parte dos produtores avalia internamente aumentar as cargas compradas no mercado à vista em detrimento de volumes combinados em contrato. Muitas das negociações com fornecedores e definições da estratégia de suprimentos ainda estão em estágio inicial. O movimento vem na esteira de amplos descontos do mercado à vista sobre o insumo colocado no porto de Paranaguá via contratos no Golfo Americano. A média do indicador Argus de metanol no porto paranaense foi de R$2.200/t fob entre 27 de junho-10 de outubro, abaixo dos R$2.800/t observados no mesmo período no indicador Argus em base cif Brasil para o produto originado na costa do Golfo Americano sob regime de contratos. Novos entrantes no mercado são apontados como os principais responsáveis por uma nova dinâmica de preços que se formou nos últimos meses. Insumos originados na Rússia, onde é possível ofertar o produto a preços mais competitivos devido à elevada disponibilidade de gás natural no país, entraram em foco nesse novo ambiente. As primeiras embarcações russas começaram a chegar no porto de Paranaguá em maio, com o desembarque de 2.360t no mês, segundo dados do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (Mdic). Entre maio-setembro, os volumes da Rússia somaram 31.269t, totalizando 4,2pc do total de volume de metanol que chegou aos portos brasileiros no período. No ano passado, o fluxo de produto russo direcionado ao Brasil foi nulo, segundo o Mdic. Trinidad e Tobago, Chile, Estados Unidos, Venezuela e Argentina permanecem como as principais origens de metanol para o Brasil, respondendo por mais de 90pc das cargas enviadas ao país. Esses volumes são provenientes, em sua maioria, de grandes fornecedores que operam via contrato no país. No mês de maio também se iniciou um novo fluxo de Omã para o Brasil, embora com preços menos competitivos em relação ao produto russo e em menores volumes. Ampla oferta Participantes de mercado relatam que há elevada disponibilidade de metanol no mercado, contribuindo para a manutenção dos preços em níveis abaixo do verificado no ano anterior. Além da diversificação nas origens do insumo, produtores de biodiesel apontam o atraso no aumento de mescla de biodiesel no diesel e inconformidades no cumprimento da mistura obrigatória por parte de algumas distribuidoras como elementos que contribuem para a ampla oferta de metanol. A elevação do mandato de mescla do biocombustível no diesel, de 14pc (B14) para 15pc (B15), estava inicialmente previsto para entrar em vigor em março de 2025, mas foi efetivada apenas em agosto. Produtores de biodiesel, no entanto, já haviam definido volumes anuais do insumo em contrato, preparando-se para uma demanda que não foi efetivada. A incerteza em relação aos volumes contratados pode ocorrer novamente em 2026. A Lei do Combustível do Futuro prevê novo aumento na mescla para 16pc (B16) em março do próximo ano. O diretor do departamento de biocombustíveis do Ministério de Minas e Energia (MME), Marlon Arraes, disse recentemente que o prazo para o início da vigência pode novamente ser adiado. Por Fernando Ladeira Envie comentários e solicite mais informações em feedback@argusmedia.com Copyright © 2025. Argus Media group . Todos os direitos reservados.
Rio Grande do Sul remaneja fornecimento de gás
Rio Grande do Sul remaneja fornecimento de gás
Sao Paulo, 17 May (Argus) — O fornecimento de gás natural no Rio Grande do Sul teve que ser redistribuído em razão das enchentes históricas no estado, com o diesel potencialmente voltando como combustível a usinas de energia para deixar mais gás disponível para a produção de GLP (gás de cozinha). O gasoduto Gasbol, que abastece o Sul do Brasil, não tem capacidade para atender à demanda da refinaria Alberto Pasqualini (Refap), da usina termelétrica de Canoas — controlada pela Petrobras — e das distribuidoras de gás natural da região, disse Jean Paul Prates, o então presidente-executivo da Petrobras, no início desta semana. A distribuidora de gás de Santa Catarina ajustou sua própria rede local para atender aos picos de demanda no Rio Grande do Sul por meio da malha de transporte de gás. A usina térmica de Canoas está operando com geração mínima de 150 GW, sendo 61pc provenientes de sua turbina a gás. A usina foi colocada em operação para restabelecer o fornecimento adequado de energia depois que as linhas de transmissão no Sul foram afetadas pelas enchentes. A Petrobras planeja usar um motor a diesel para aumentar a geração de energia. O atual custo variável unitário (CVU) para o diesel na usina de Canoas é de R1.115,29/MWh. A companhia petrolífera também está operando a Refap a 59pc de sua capacidade instalada máxima. Fortes chuvas no Rio Grande do Sul desde 29 de abril trouxeram inundações sem precedentes ao estado, causando uma crise humanitária e danos à infraestrutura. O clima extremo deixou 154 mortos, 98 desaparecidos e mais de 540 mil deslocados, segundo a defesa civil do estado. Por Rebecca Gompertz Envie comentários e solicite mais informações em feedback@argusmedia.com Copyright © 2024. Argus Media group . Todos os direitos reservados.
Enchentes afetam operações de empresas no Sul do Brasil
Enchentes afetam operações de empresas no Sul do Brasil
Sao Paulo, 8 May (Argus) — Diversas empresas brasileiras suspenderam operações no Rio Grande do Sul em razão das chuvas intensas que causaram diversos alagamentos e danos à infraestrutura. As enchentes ocasionadas pelo recorde de chuvas geraram pelo menos 83 mortes e 111 pessoas desaparecidas, de acordo com o governo estadual. Mais de 23.000 pessoas foram obrigadas a deixarem suas casas em meio a danos generalizados, incluindo pontes e rodovias inundadas em diversas cidades. A barragem da usina hidrelétrica 14 de Julho, com capacidade de 100MW, no rio das Antas, rompeu na semana passada em meio às fortes chuvas. A Companhia Energética Rio das Antas (Ceran), que opera a usina, implementou um plano de evacuação de emergência em 1 de maio. A produtora de aço Gerdau informou em 6 de maio que suspendeu suas operações em duas unidades no estado até que seja assegurada a "segurança e proteção das pessoas". A empresa não divulgou o volume de produção de aço dessas unidades. A empresa de logística Rumo interrompeu parcialmente suas operações e informou que os "danos aos ativos ainda estão sendo devidamente mensurados". A gigante petroquímica Braskem desligou duas unidades no complexo petroquímico Triunfo, como uma medida de prevenção em decorrência dos "eventos climáticos extremos" no estado, afirmou em 3 de maio. A empresa adicionou que não há expectativa de data para retomar as atividades. A Braskem opera oito unidades industriais no Rio Grande do Sul, que produzem 5 milhões de toneladas (t)/ano de petroquímicos básicos, polietileno e polipropileno, de acordo com seu website. Por Carolina Pulice Envie comentários e solicite mais informações em feedback@argusmedia.com Copyright © 2024. Argus Media group . Todos os direitos reservados.

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