Visão geral

O mercado de amônia está passando por um período de mudança rápida e dramática. A amônia convencional ou "cinza" é tradicionalmente produzida quase exclusivamente por seu teor de nitrogênio. No entanto, a necessidade urgente de descarbonizar a economia global e cumprir metas ambiciosas de carbono zero abriu novas oportunidades empolgantes.

A amônia tem o potencial de ser a transportadora de energia "zero carbono" mais econômica e prática na forma de hidrogênio para os setores de energia e combustíveis. Isso levou a um rápido crescimento do interesse em amônia limpa e uma afluência de novos projetos de amônia "verde" e "azul".

A Argus tem muitas décadas de experiência abrangendo o mercado da amônia.  Incorporamos nossa experiência de mercado multicommodity em energia, combustíveis marítimos, transição para zero emissões líquidas e hidrogênio para fornecer aos participantes do mercado existentes e aos novos participantes a narrativa completa do mercado.

Nossas avaliações de preços líderes do setor, dados poderosos, análises vitais e perspectivas robustas o apoiarão através de:

  • Avaliações de preços de amônia (diárias e semanais), algumas das quais são a base para contratos de futuros de amônia da Argus, dados de curva de avanço de amônia e avaliações de custos de amônia limpa e preços semanais modelados
  • Previsão, modelagem e análise de curto e médio a longo prazo de preços, oferta, demanda, comércio e projetos de amônia convencional e limpa
  • Suporte de projeto de consultoria sob medida

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06/01/26

Petrobras retoma operações da Fafen em Sergipe

Petrobras retoma operações da Fafen em Sergipe

Sao Paulo, 6 January (Argus) — A Petrobras retomou as operações na Fábrica de Fertilizantes Nitrogenados (Fafen) localizada na cidade de Laranjeiras, em Sergipe, encerrando uma paralisação de 21 meses na produção. O anúncio foi feito pela presidente da Petrobras, Magda Chambriard, nas redes sociais e confirmado pelo governo de Sergipe. A Fafen Sergipe retomou a produção de amônia em 31 de dezembro, marcando a retomada das operações. A unidade tem capacidade para produzir até 650.000 toneladas (t)/ano de ureia, 450.000t/ano de amônia e 320.000t/ano de sulfato de amônio (SA). As operações da Fafen Sergipe estavam paralisadas desde março de 2024, quando eram administradas pela empresa química brasileira Unigel, que também gerenciava as operações da Fafen em Camaçari, na Bahia. A Unigel, enfrentando dificuldades financeiras, entrou com pedido de recuperação judicial duas vezes. Por conta disso e em linha com o plano estratégico da Petrobras de investir no setor de fertilizantes, a empresa iniciou o processo de retomada do controle das Fafens em abril de 2025. Em setembro, a Petrobras firmou contrato com a empresa brasileira de manutenção e gestão industrial Engeman para a retomada das operações nas Fafens. Por João Petrini Envie comentários e solicite mais informações em feedback@argusmedia.com Copyright © 2026. Argus Media group . Todos os direitos reservados.

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Bahiagás fornecerá gás para Petrobras


22/12/25
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22/12/25

Bahiagás fornecerá gás para Petrobras

Sao Paulo, 22 December (Argus) — A distribuidora de gás natural Bahiagás, com atuação na Bahia, fornecerá gás para a Petrobras para a produção de fertilizantes em sua unidade Fafen. A Bahiagás fornecerá 1,2 milhão de m³/dia de gás por meio de gasodutos para a unidade da Petrobras em Camaçari, na Bahia, informou a Petrobras. O gás permitirá que a empresa produza fertilizantes nitrogenados no local. O gás natural é utilizado como matéria-prima para a produção de ureia e amônia. A retomada da produção de fertilizantes na Fafen contribuirá para o aumento da produção nacional, afirmou a Petrobras. "Isso garantirá uma alternativa rentável para o consumo de gás natural produzido no Brasil", disse William França, diretor de processos industriais e produtos da Petrobras. A Petrobras informou que espera que a unidade inicie suas operações em janeiro, mas não especificou a data de inauguração. A unidade está na fase final de manutenção e comissionamento, com trabalhos para viabilizar os testes de sistemas e equipamentos. A unidade produzirá amônia, ureia granulada e Arla 32, produto para controle de emissões de veículos pesados, também conhecido como AdBlue na Europa e DEF nos EUA. Inclui ainda a operação dos terminais marítimos de amônia e ureia no porto de Aratu, na Bahia, para movimentação desses produtos. As duas unidades de fertilizantes Fafen — a outra fica no estado de Sergipe — têm capacidade combinada de 1,1 milhão de toneladas (t)/ano de fertilizantes e ureia técnica e 900.000t/ano de amônia. A Fafen, na Bahia, retornou ao controle da Petrobras em abril . A unidade havia sido arrendada para o grupo petroquímico brasileiro Unigel — juntamente com a unidade de Sergipe — mas as operações foram suspensas em 2023 devido aos altos preços do gás. A Petrobras deve investir mais de R$2,6 bilhões em unidades de fertilizantes e em uma estrutura de apoio a estaleiros, conforme anunciado em outubro. Por Gisele Augusto Envie comentários e solicite mais informações em feedback@argusmedia.com Copyright © 2025. Argus Media group . Todos os direitos reservados.

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Investidores pedem regulação para hidrogênio brasileiro


20/09/23
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20/09/23

Investidores pedem regulação para hidrogênio brasileiro

Sao Paulo, 20 September (Argus) — O Brasil tem potencial para se tornar um dos principais fornecedores globais de hidrogênio, mas iniciativas para ampliar a produção necessitam de regulação do governo, afirmam investidores e pesquisadores. "Uma paridade de preço competitiva [em relação a combustíveis fósseis] depende de incentivos e esforços do governo para estimular o movimento de zerar emissões", disse o gerente de desenvolvimento de produtos da Mercedes-Benz, João Marcos Leal, em evento do setor, realizado em São Paulo. O potencial do hidrogênio no país se apoia na diversidade de fontes de energia renovável, além da experiência com o uso de biomassa como matéria-prima para combustíveis. O governo federal estima uma capacidade produtiva de aproximadamente 1,8 bilhão de t/ano da commodity, comparado às atuais 1 milhão de t/ano. O presidente da Comissão de Transição Energética e Produção de Hidrogênio Verde da Câmara dos Deputados, Arnaldo Jardim, está trabalhando em um modelo regulatório para o hidrogênio. O deputado reforçou a necessidade de uma "neutralidade tecnológica" na escolha das rotas de produção e defendeu a definição por uma categoria de baixo carbono do elemento químico. Jardim disse que o governo estabelecerá medidas para a ampliação do hidrogênio como matriz energética. "Queremos iniciativas como tratamento tributário e garantias de que o governo possa conduzir leilões ou ter seu poder de compra utilizado para estimular a questão do hidrogênio." Durante o evento, o parlamentar também sugeriu um pacote para estimular a demanda doméstica, como no uso da amônia verde, fertilizantes, aço verde, além dos setores de refino e transportes. O país já possui um plano trienal para o hidrogênio, entre 2023-2025, no qual constam plantas em todas as regiões até 2025. Segundo o documento, o próximo passo é a consolidação do país como produtor competitivo da commodity de baixo carbono até 2030. Tais perspectivas, no entanto, são incompatíveis com as ações do governo para o setor, devido à falta de um marco regulatório, na visão da Associação Brasileira de Energia Solar Fotovaltaica (Absolar). O presidente da entidade, Eduardo Tobias, destacou o uso da energia solar para produzir hidrogênio via eletrólise. A Associação Brasileira de Energia Eólica (Abeeolica) também encorajou a produção do renovável a partir fontes verdes. "O custo do hidrogênio produzido usando energia de eólicas offshore já é muito competitivo", disse o diretor técnico da associação, André Themoteo. A Abeeolica prevê o início das operações da primeira usina eólica offshore do Brasil em 2030. Portos preparam infraestrutura Os portos brasileiros vêm anunciando novas infraestruturas para a produção de hidrogênio, na esteira de discussões crescentes sobre transição energética no país. O porto do Açu, no Rio de Janeiro, planeja construir um polo de hidrogênio de baixo carbono de 4 gigawatts (GW), com capacidade para produzir 604.000 t/ano da commodity, 1,9 milhão de t/ano de amônia e 315.000 t/ano de e-metanol. O projeto atenderá, principalmente, a demanda da indústria de fertilizantes. Além disso, há planos para beneficiar as movimentações de minério de ferro no porto e atender às demandas do setor marítimo, informou Eduardo Kantz, diretor executivo de ESG e questões institucionais do Porto do Açu. O porto de Pecém, no Ceará, também terá um polo de hidrogênio. O pedido de licença ambiental já foi feito e a expectativa é de que que a produção de hidrogênio comece em 2027, de acordo com Fabio Grandchamp, vice-presidente de operações do complexo portuário. Movimento similar é observado no porto de Suape, em Pernambuco, enquanto o porto de Santos, em São Paulo, considera a construção de uma planta de hidrogênio verde utilizando energia gerada pela sua usina hidroelétrica de Itatinga (SP), com capacidade de 15MW. Por Laura Guedes Envie comentários e solicite mais informações em feedback@argusmedia.com Copyright © 2023. Argus Media group . Todos os direitos reservados.

Inteligência de mercado focada em região e país

A Argus publica serviços de relatório de preços específicos da região e do país que abrangem todas as principais commodities de fertilizantes