Peruvian fuel and LPG retailer Primax has signed a deal with Ecuador's state-owned PetroEcuador to use the latter's import infrastructure, becoming the latest company to get behind the country's fuel market liberalisation. PetroEcuador recently signed similar deals with subsidiaries of Chile's Copec as well as local firms Corpetrol and WFSE. Primax will pay PetroEcuador a fee of 2.7¢/USG for use of its facilities. The Peruvian firm holds a 22pc share in Ecuador's retail fuel market, while PetroEcuador holds around 19pc.
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Senado prorroga subsídio ao diesel
Senado prorroga subsídio ao diesel
Sao Paulo, 29 May (Argus) — O presidente do Senado, Davi Alcolumbre, estendeu por mais dois meses o subsídio para a importações e vendas de diesel no país, em meio aos impactos da guerra entre Estados Unidos-Irã sobre os preços dos combustíveis, de acordo com o Diário Oficial publicado na sexta-feira. A medida estende para junho-julho a medida provisória que instituiu o subsídio de R$800/m³ sobre as vendas de diesel no país. O benefício é somado ao subsídio de R$320/m³ vigente até dezembro, totalizando R$1.120/m³ até julho. A decisão também prorrogou pelo mesmo período o subsídio de R$1.200/m³ sobre as importações de diesel, custeado igualmente pelo governo federal e pelos estados. Não há informações que confirmem que os estados continuarão contribuindo com o subsídio, uma vez que a adesão é voluntária. O governo federal anunciou uma subvenção para a gasolina de R$440/m³ em 25 de maio, seguida de um aumento dos preços do combustível pela Petrobras. A isenção dos impostos federais PIS/Cofins sobre as vendas e importações de diesel e biodiesel tem vigência até 31 de maio. A medida foi adotada para reduzir os impactos da guerra no Oriente Médio sobre os preços dos combustíveis. Por Lucas Lignon Envie comentários e solicite mais informações em feedback@argusmedia.com Copyright © 2026. Argus Media group . Todos os direitos reservados.
Mercado espera queda no consumo de Ciclo Otto no 3º bi
Mercado espera queda no consumo de Ciclo Otto no 3º bi
Sao Paulo, 19 May (Argus) — As vendas do Ciclo Otto, que incluem gasolina C e etanol hidratado, devem cair no terceiro bimestre do ano, refletindo os impactos da guerra entre os Estados Unidos e o Irã na economia brasileira e nos preços dos combustíveis, segundo estimativas das principais distribuidoras do Brasil consultadas pela Argus. A mediana das projeções, levantadas com as equipes de inteligência das maiores distribuidoras de combustíveis com operações no país, apontou para um consumo conjunto de aproximadamente 5,5 milhões de m³ de gasolina C – combustível misturado com etanol anidro – e etanol hidratado tanto para maio quanto para junho. Se confirmados, os volumes representarão quedas de 5,4pc e 4,7pc em relação às vendas do Ciclo Otto em maio e junho do ano passado, respectivamente, segundo dados da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP). A retração anual é influenciada pelo aumento no custo de vida da população, que deve reduzir a utilização de veículos a combustão como meios de transporte de passeio, segundo participantes de mercado. Os preços de revenda da gasolina C no varejo cresceram 6pc entre a semana iniciada em 22 de fevereiro e a em 10 de maio, mostram dados da ANP. Os efeitos da guerra nos preços da gasolina no mercado brasileiro foram mitigados pela menor dependência nacional por produto estrangeiro. As medianas das projeções para consumo de gasolina apontam para aproximadamente 3,9 milhões de m³ em maio e 3,8 milhões de m³ em junho. Os volumes representam respectivas quedas de 4,5pc e de quase 6pc em relação aos mesmos meses de 2025, segundo dados da ANP. Para etanol hidratado, a expectativa é de que o consumo atinja 1,72 milhão de m³ em maio e 1,75 milhão de m³ em junho. Se confirmados, esses volumes representarão queda de 6pc para maio e aumento de 1pc para junho, na comparação anual, conforme dados da ANP. Projeções de uma produção recorde de etanol na safra 2026-27 de cana-de-açúcar trazem expectativas de queda para os preços do biocombustível nos próximos meses e, consequentemente, redução da paridade de preços entre o etanol e a gasolina. O aumento da competitividade do etanol deve refletir com mais intensidade na mudança de comportamento do consumidor a partir de junho, segundo agentes do setor. Diesel recua A projeção para o diesel B é de queda no consumo nos próximos dois meses. As medianas apontam para uma demanda de 5,9 milhões de m³ em maio e 5,8 milhões de m³ em junho, quedas de 3,6pc e 4pc em relação aos mesmos meses do ano anterior, respectivamente, com base nos dados da ANP. As estimativas das distribuidoras levaram em conta o comportamento de variáveis macroeconômicas, como expectativas para o Produto Interno Bruto (PIB) e o desempenho de setores mais intensivos no consumo de combustíveis. O aumento dos preços do diesel no mercado doméstico também sustenta uma queda no consumo nesse no período. Os preços de revenda do combustível fóssil cresceram 33pc entre a semana anterior ao início do conflito no Oriente Médio e a semana iniciada em 10 de maio, de acordo com a ANP. Considerando a mescla obrigatória de 15pc de biodiesel no diesel, a demanda do biocombustível poderia alcançar 1,8 milhão de m³ no bimestre. O volume representaria uma alta de quase 3pc ante o mesmo período do ano passado, quando a mescla em vigor era de 14pc. Por Maria Albuquerque Projeções para consumo de combustíveis rodoviários .000 m³ Maio Junho Combustível Mediana ANP (2025) % Mediana ANP (2025) % Diesel B 5902,0 6163,7 -3,6 5804,0 6061,6 -4,3 Gasolina C 3857,0 4040,3 -4,5 3789,0 4021,8 -5,8 Etanol hidratado 1718,0 1828,1 -6,0 1749,6 1733,2 1,0 Ciclo Otto 5549,0 5868,4 -5,4 5486,5 5755,0 -4,7 Fonte: Argus, ANP Envie comentários e solicite mais informações em feedback@argusmedia.com Copyright © 2026. Argus Media group . Todos os direitos reservados.
Aumento de mescla do biodiesel atrasará em um ano
Aumento de mescla do biodiesel atrasará em um ano
Sao Paulo, 16 April (Argus) — A elevação do mandato da mescla de biodiesel atrasará até, pelo menos, março de 2027, após o Ministério de Minas e Energia (MME) prorrogar o cronograma dos testes de viabilidade, de acordo com o novo plano apresentado a participantes do mercado. A Lei do Combustível do Futuro previa aumentar a mescla de 15pc (B15) para 16pc (B16) em março de 2026, desde que houvesse comprovação de que os novos níveis são tecnicamente viáveis. O MME espera que o relatório final quanto à utilização de misturas de B16-20 seja aprovado até o fim de março de 2027, caso os testes confirmem, sem ressalvas, que os níveis são viáveis, de acordo com o plano ao qual a Argus obteve acesso. O novo cronograma prevê o início dos primeiros testes experimentais em junho, adiamento de três meses em relação ao plano anterior, publicado em 19 de novembro de 2025. A necessidade de mais tempo para as fases de consolidação metodológica e negociações com laboratórios atrasou parcialmente o cronograma, de acordo com o plano. A falta de infraestrutura para a realização de testes mecânicos contribuiu para postergar o prazo inicial, segundo informações apresentadas pelo MME em março. Em um cenário no qual a aprovação dependa de ajustes técnicos dos testes, o prazo para a validação do relatório final pode se estender até julho de 2027. Ainda não há datas para testes das misturas entre B20-25. O atraso na elevação de mescla coincide com a alta dos preços do diesel S10 nacionalizado no mercado à vista acima dos preços do biodiesel negociado por contrato, desde 5 de março, e com o consequente aumento da pressão pelo avanço do mandato de mescla do biodiesel. O movimento ocorre após a elevação dos preços globais de derivados de petróleo devido à guerra entre Estados Unidos, Israel e Irã. A Associação dos Produtores de Biocombustíveis do Brasil (Aprobio) e a Associação Brasileira das Indústrias de Óleos Vegetais (Abiove) pressionaram neste mês a Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) para permitir misturas de biodiesel acima do mandato sem autorização prévia. As entidades argumentaram que o Brasil tem capacidade para fornecer uma mistura de biodiesel de até 21,6pc no diesel. O MME não respondeu ao pedido da Argus por comentários referentes ao novo cronograma. Por Lucas Lignon Envie comentários e solicite mais informações em feedback@argusmedia.com Copyright © 2026. Argus Media group . Todos os direitos reservados.
Parada em refinaria altera fluxos logísticos de claros
Parada em refinaria altera fluxos logísticos de claros
Sao Paulo, 9 February (Argus) — A diminuição na oferta de diesel pela Refinaria de Mataripe alterou os fluxos logísticos no Nordeste pelas distribuidoras de combustíveis entre o final do ano passado e o início deste, demandando uma adaptação nas rotas e encarecendo o custo do transporte. O frete rodoviário para entrega de diesel e gasolina na região Nordeste subiu 19pc em dezembro ante novembro, para R$157,30/m³, segundo dados levantados pela Argus junto a distribuidores de combustíveis. Um acidente na Refinaria de Mataripe (BA), causado por um curto-circuito na unidade U-27, foi registrado em 12 de dezembro. As operações retornaram à normalidade em meados de janeiro, segundo participantes de mercado. Procurada, a Acelen, operadora da refinaria, não respondeu aos questionamentos da Argus. Para atender à demanda na região, distribuidores recorreram principalmente ao suprimento via Ipojuca (PE), que somou 58pc dos volumes enviados à região no período, subindo de 51,5pc no mês anterior. São Luís (MA) e Betim (MG) também tiveram participação crescente no fornecimento de volumes, subindo para 7pc e 1,8pc, respectivamente, de 2pc e da estabilidade observada um mês antes. As distâncias percorridas para entrega de produtos claros no Nordeste aumentaram 25pc em dezembro, para uma média de 558km. Essa é a maior distância percorrida na região desde junho de 2025. A diminuição no fornecimento da refinaria na Bahia ocorreu em um momento de elevada demanda. As vendas de diesel B subiram 7pc no Nordeste em dezembro, na comparação anual, e a comercialização de gasolina C atingiu volume recorde no mês, após alta de quase 12pc ante o mesmo período do ano anterior. Os dados são da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP). Ao menos nove refinarias devem passar por paradas programadas para manutenção entre janeiro-fevereiro, segundo calendário disponibilizado pela ANP. Elas totalizam 60pc da produção de diesel e gasolina em 2025. Eventos de parada programada, no entanto, costumam ter impacto mais limitado no suprimento. O aumento nos custos logísticos para entrega de produto no Nordeste foi acompanhado apenas pela região Norte, com uma alta de 4pc nos preços, para R$174,30/m³. Entregas no Sudeste, Centro-Oeste e Sul registraram quedas de 19,4pc, 8pc e 1pc, respectivamente, para R$96,10/m³, R$143,90/m³ e R$102,40/m³. Nacionalmente, o frete médio para transporte rodoviário de combustíveis recuou quase 8pc, para R$116,11/m³. Queda no Sudeste A redução nos fretes do Sudeste está atrelada a um maior suprimento local no Rio de Janeiro. Produtos originados em Duque de Caxias responderam por 21pc dos volumes destinados à região, ante 10pc no mês anterior. Quase a totalidade deste volume foi direcionado para dentro do estado, diminuindo a participação de São Paulo no suprimento fluminense e encurtando as distâncias médias percorridas na região Sudeste em 23,5pc no período, para 309km. A produção de combustíveis claros na Refinaria Duque de Caxias (Reduc) aumentou 7,6pc em dezembro ante novembro, para 537.156m³, segundo dados da ANP. Por Fernando Ladeira Envie comentários e solicite mais informações em feedback@argusmedia.com Copyright © 2026. Argus Media group . Todos os direitos reservados.

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