IEA forecasts slower demand growth for EVs

  • : Battery materials
  • 23/04/24

Sales of electric vehicles (EVs) will continue to grow in most major markets this year, but at a slower rate, according to the latest Global EV Outlook report from the International Energy Agency (IEA).

Global EV sales this year are set to top 17mn, more than a fifth of total global vehicle sales, but growth is expected to slow in major markets compared with 2023.

Almost 14mn new EVs were registered last year, up by 35pc compared with 2022, with almost 95pc of EV sales coming from China, Europe and the US.

China is expected to account for over half of global EV sales this year, down from a share of around 60pc in the past two years, with sales expected to grow by 25pc on the year in 2024, passing 10mn for the first time.

Sales in the US are expected to grow by 20pc on the year to almost 500,000, accounting for an estimated one of every nine new vehicles sold in the country.

Growth in Europe is expected to be the weakest of the three, predicted to rise by just 10pc to around 3.5mn units in 2024. The phase-out of EV subsidies in Germany and other countries is expected to weigh on demand, although EVs are still forecast to account for around a fifth of all vehicle sales in the EU.

Smaller markets such as Vietnam and Thailand are expected to grow by 15pc and 10pc, respectively, this year.

Under the IEA's stated policies scenario, EVs make up half of all car sales by 2035, reducing oil demand by over 10mn b/d, equivalent to the amount used for road transport in the US today.

Chinese exports are expected to rise this year, after more than 60pc of Chinese EVs sold in 2023 were lower in price than their internal combustion engine (ICE) equivalents. Purchase prices for ICE cars remained cheaper on average in the US and EU.

China's largest carmaker BYD hit record monthly export sales in March, as nationwide exports continued to grow, raising concerns from US and EU officials about whether their carmakers will be able to compete.

Charging point installations are also set to increase, after a 40pc rise in 2023 from a year earlier and with particularly strong growth for fast chargers. Charging networks will need to grow sixfold by 2035 to meet EV sales targets set by governments, according to the report.

The IEA also said that policy makers must make sure that the supply of electricity is secure, affordable and emissions-light, while ensuring that electricity demand does not outstrip grid capacity during the transition to EVs.


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Sao Paulo, 18 October (Argus) — A montadora europeia Stellantis anunciou que pretende produzir seus primeiros híbridos movidos a etanol no Brasil no ano que vem, em meio à competição pelo mercado de veículos eletrificados no país. A quarta maior fabricante de veículos do mundo em vendas — resultado da fusão entre Fiat Chrysler e Peugeot Citroën em 2021 — escolheu seu polo automotivo de Goiana, em Pernambuco, para fabricar o novo modelo que combina eletrificação com motorização flex e etanol. A Stellantis encontrou ajuda em fornecedores locais, universidades e centros de pesquisa, como o parque tecnológico Porto Digital, para o desenvolvimento da parte eletrônica e tecnológica. Da mesma fábrica sairão também os futuros modelos 100pc elétricos, segundo a companhia. A Stellantis também está considerando a produção de modelos eletrificados em suas outras fábricas do Brasil: Betim (MG) e Porto Real (RJ), mas a empresa não deu mais detalhes. "Nossa prioridade é descarbonizar a mobilidade, e queremos fazer isto de modo acessível para o maior número de consumidores, desenvolvendo tecnologias e componentes no Brasil", disse Antonio Filosa, presidente da empresa para a América Latina, que em breve deixará o cargo para se tornar CEO mundial da Jeep. Gigantes montadoras globais, incluindo Stellantis, Toyota e Volkswagen, estão tentando assumir a liderança em soluções de mobilidade que combinem etanol e eletricidade, consideradas pela maioria das empresas a opção mais econômica e acessível para descarbonização no Brasil. No início de setembro, a montadora japonesa Toyota fez testes "promissores" usando etanol com a tecnologia híbrida plug-in . O modelo de veículo utilizado foi um Toyota RAV4 Plug-in. Já a Volkswagen planeja lançar um total de 15 veículos elétricos e flex-fuel até 2025, com modelos híbridos chegando mais tarde. Em defesa do etanol A controvérsia na indústria automotiva sobre qual caminho o Brasil deveria seguir — híbridos ou total elétricos — está longe de terminar . O presidente-executivo da Stellantis, Carlos Tavares, já defendeu a proeminência do veículo flex-fuel . "O veículo elétrico não tem sentido comparado a um carro que anda com 100pc de etanol – sem mencionar que é mais caro para a classe média", disse Tavares durante uma mesa redonda com jornalistas em fevereiro. O CEO acredita que o combustível 100pc etanol deve ter um papel importante no Brasil sob a crença de que há uma diferença mínima entre os veículos flex e os elétricos, mas com uma economia significativa. Por Vinicius Damazio Envie comentários e solicite mais informações em feedback@argusmedia.com Copyright © 2023. Argus Media group . Todos os direitos reservados.

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