Data showing some US-headquartered oil and gas firms paid less in taxes to the US than to foreign governments could be a focus in an upcoming Congress tax policy debate. ExxonMobil reported paying nearly $1.2bn to the US in 2023, and $5.6bn to the UAE, according to a first-time ‘Form SD' report filed with the Securities and Exchange Commission. In its own report, Chevron says it paid nearly $1.2bn in the US, against $4bn to Australia. Independent Hess paid $190,000 in the US and $50mn to Malaysia. Industry officials say the data do not provide a comprehensive view of obligations, which can vary from country to country depending on the tax code and their operations. The payment disclosures also do not cover payroll taxes or state and local taxes, for example, and do not say if a company had carryover net operating losses or tax credits that reduced its overall tax bill in the US.
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Brasil avança em marco para bunker alternativo
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Sao Paulo, 30 September (Argus) — O Ministério de Minas e Energia (MME) afirmou enviará ao Congresso um projeto de lei (PL) para criar uma política nacional de combustíveis sustentáveis de navegação, ainda em 2026. A informação foi anunciada por representantes do ministério durante o 2º Workshop do Programa Nacional de Combustível de Navegação, realizado na terça-feira, 29, em Brasília. Participantes do mercado, organizações e representantes de diferentes esferas de governo esperam que o PL priorize etanol e biodiesel e defendem que a futura política mantenha alinhamento com a legislação em discussão na Organização Marítima Internacional (IMO, na sigla em inglês). O pacote de medidas de emissão zero da IMO propõe zerar as emissões do transporte marítimo até 2050. A expectativa de que o pacote seja aprovado ainda este ano - após adiamento em 2025 - já que a regulamentação pode beneficiar produtores de etanol de milho nos Estados Unidos, disseram participantes à Argus. O presidente norte-americano, Donald Trump, se posicionou contra o plano de descarbonização durante a Assembleia Geral da Organização das Nações Unidas. No PL do Brasil, ainda precisam ser definidas a abrangência da regulamentação, as metas e base cálculo para a descarbonização e qual elo da cadeia será abrangido. O MME sugere caráter obrigatório para as metas. A governança proposta para a política nacional de combustíveis sustentáveis de navegação será dividida entre o Conselho Nacional de Política Energética (CNPE) e a Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP), ambos vinculados ao MME, além da Agência Nacional de Transportes Aquaviários (Antaq), integrante do Ministério de Portos e Aeroportos, e da Autoridade Marítima Brasileira. O ministério afirmou que ainda não definiu o formato de envio do PL, isto é, se a proposta será apresentada como uma alteração à Lei do Combustível do Futuro (Lei nº 14.993/2024) ou por meio de outro instrumento legislativo. Resolução da ANP Em paralelo, a ANP prepara uma resolução sobre regras para o mercado doméstico de combustível marítimo, que deverá ser publicada até dezembro deste ano. Em audiência realizada na semana passada, empresas dos setores de biocombustíveis e etanol defenderam a adoção de uma mistura obrigatória de 15pc de biodiesel (B15) no diesel marítimo. O setor também pediu à ANP a inclusão de regulamentação para o etanol sem a exigência de autorização especial, em linha com as regras já aplicáveis ao biodiesel, ao óleo vegetal hidrotratado (HVO, na sigla em inglês) e aos combustíveis produzidos pela tecnologia de conversão de gás em líquidos (GTL, na sigla em inglês). Por Natália Coelho Envie comentários e solicite mais informações em feedback@argusmedia.com Copyright © 2026. Argus Media group . Todos os direitos reservados.
Etanol deve impulsionar vendas do Ciclo Otto no 5º bi
Etanol deve impulsionar vendas do Ciclo Otto no 5º bi
Sao Paulo, 22 September (Argus) — O crescimento nas vendas de etanol hidratado deve compensar a queda no consumo de gasolina C e elevar os volumes negociados do Ciclo Otto no quinto bimestre, segundo levantamento conduzido pela Argus com as principais distribuidoras do Brasil. A mediana das projeções do setor aponta para um consumo conjunto de 5,9 milhões de m³ de gasolina C – combustível misturado com 32pc de etanol anidro – e etanol hidratado em setembro e aproximadamente 6,1 milhões de m³ em outubro. Se confirmados, os volumes representarão altas de 3,4pc e 2,5pc em comparação com as vendas de Ciclo Otto em setembro e outubro de 2025, respectivamente, de acordo com dados da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP). Os níveis de paridade mais competitivos do etanol hidratado em relação à gasolina C devem impulsionar o consumo no período. A paridade de preços entre os dois combustíveis alcançou 61,7pc, em média, nas três primeiras semanas de setembro, de acordo com dados da ANP. No mesmo período de 2025, a paridade registrou média de 68,5pc. O movimento reflete um cenário de preços mais baixos para o etanol hidratado, em razão de expectativas de produção recorde do biocombustível na safra 2026-27, e um cenário de aumento para os preços da gasolina, diante do conflito entre EUA-Irã no Oriente Médio. As medianas das projeções do setor para o consumo de etanol hidratado apontam para aproximadamente 2,1 milhões de m³ tanto para setembro quanto para outubro. Os volumes representam respectivas altas de quase 17pc e 14pc em relação aos mesmos meses de 2025, segundo dados da ANP. Para gasolina, é esperado um consumo de 3,8 milhões de m³ em setembro e aproximadamente 4 milhões de m³ em outubro. Os volumes ficariam 2,9pc e 2,6pc abaixo, respectivamente, das vendas do combustível fóssil registradas nos mesmos meses de 2025, de acordo com a ANP. A recente valorização nos preços do açúcar e preocupações com os efeitos do El Niño na produção de cana-de-açúcar podem sustentar uma alta nas cotações do etanol nas próximas semanas. Porém, o movimento não deve ser suficiente para mudar o perfil da paridade de preços entre os dois combustíveis rodoviários, segundo participantes de mercado. Diesel Distribuidoras esperam queda no consumo de diesel B – combustível misturado com 15pc de biodiesel – nos próximos dois meses. Participantes de mercado mencionam uma possível desaceleração da economia no período e expectativas de alta para o preço do combustível como fatores que contribuem para volumes menores. A mediana das projeções aponta para uma demanda de 6,1 milhões de m³ de diesel em setembro e quase 6,4 milhões de m³ em outubro. Se confirmados, os volumes representarão quedas de 1,8pc e 0,9pc, respectivamente, ante os mesmos meses de 2025, de acordo com a ANP. Distribuidoras relatam uma aceleração no consumo de diesel nas primeiras semanas de setembro, porém acreditam que uma alta nos preços do combustível pode frear a demanda a partir de outubro. Os preços de revenda do diesel B aumentaram aproximadamente 4pc na média nacional na semana iniciada em 13 de setembro, ante a última semana de agosto, segundo dados da ANP. Os preços atuais também representam alta de 18pc em relação à mesma semana de 2025. O setor espera que os preços continuem subindo nas próximas semanas, devido à intensificação do conflito no Oriente Médio e ao aumento das preocupações com uma disrupção global na oferta do combustível. A menor disponibilidade de produto importado no país neste mês, combinado ao período sazonal de maior demanda doméstica entre setembro-outubro, reforçam as perspectivas de alta para os preços do combustível. Por Maria Albuquerque Projeções para consumo de combustíveis rodoviários .000 m³ Setembro Outubro Combustível Projeção (2026) ANP (2025) % Projeção (2026) ANP (2025) % Diesel B 6136,0 6245,9 -1,8 6376,1 6432,0 -0,9 Gasolina C 3831,0 3946,7 -2,9 4039,0 4144,9 -2,6 Etanol hidratado 2054,5 1752,4 17,2 2096,5 1844,9 13,6 Ciclo Otto 5893,5 5699,1 3,4 6141,0 5989,9 2,5 Fonte: Argus, ANP Envie comentários e solicite mais informações em feedback@argusmedia.com Copyright © 2026. Argus Media group . Todos os direitos reservados.
Gasolina perde competitividade frente ao etanol na BA
Gasolina perde competitividade frente ao etanol na BA
Sao Paulo, 2 June (Argus) — A produção de etanol de milho na Bahia e a guerra entre Estados Unidos e Irã tornaram o etanol hidratado mais competitivo do que a gasolina no estado, fazendo distribuidoras reavaliarem operações. A paridade de preços no varejo entre o etanol hidratado e a gasolina na Bahia caiu abaixo dos 70pc na segunda semana de maio, atingindo mínimas desde novembro de 2024, de acordo com dados da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP). O percentual alcançou 68pc na semana passada, dado mais recente do órgão regulador. Alguns varejistas da região relataram à Argus que o volume de vendas diárias de etanol hidratado chegou a dobrar desde que a paridade passou a favorecer o consumo do biocombustível. A mudança chama atenção, pois historicamente o estado possui uma predominância no consumo de gasolina. O recuo na paridade reflete, em maior parte, a valorização dos preços da gasolina após o início da guerra no Oriente Médio, em 28 de fevereiro. O movimento foi mais amplificado na Bahia em relação a outros estados, em função dos preços de produtores privados na região – mais expostos às variações do mercado internacional. Os preços de revenda da gasolina comum – combustível misturado com etanol anidro – aumentou quase 12pc na Bahia entre a semana iniciada em 24 de maio e a semana anterior ao início do conflito, de acordo com a ANP. Na média nacional, os preços subiram 5pc. A mudança na competitividade entre os dois combustíveis também é apoiada pela menor disponibilidade de gasolina no mercado à vista do Nordeste. Importadores mantiveram um ritmo lento de importações de gasolina durante o mês de maio, devido a arbitragem fechada para importação e incertezas quanto à demanda doméstica do combustível. O custo de reposição para gasolina A importada entregue em Suape e mais um porto do Nordeste chegou a R$3.354/m³, em 29 de maio, de acordo com o indicador Argus em base dap Brasil. O valor supera em aproximadamente 36pc o preço do produto comercializado pela Petrobras em Ipojuca (PE). Etanol ganha fôlego A alta nos preços de gasolina veio acompanhada da queda nos preços de etanol desde abril, com o início das operações da primeira planta de etanol de milho da Bahia e o começo da moagem de cana-de-açúcar no Centro-Sul. A usina de etanol de milho Inpasa em Luís Eduardo Magalhães (BA) teve autorização da ANP para começar a operar em 27 de março. É a sexta planta de etanol da Bahia e a primeira com produção a partir de milho. A inauguração ampliou a capacidade de produção do estado em 48pc para o hidratado e 100pc para o anidro, segundo dados da ANP. Além disso, a safra no Centro-Sul, iniciada em 1º de abril, deflagrou uma queda expressiva nos preços do etanol produzidos na região. O movimento contagiou os preços do Nordeste, uma vez que muitas distribuidoras originam produto do Centro-Sul durante a entressafra nordestina. Os fatores se traduziram em maiores volumes de etanol transacionado na Bahia. O volume reportado à Argus no indicador de etanol hidratado colocado em São Francisco do Conde (BA) nas oito semanas completas desde a primeira semana cheia de abril somou 26.250m³, praticamente o dobro dos 15.497m³ negociados entre 7 de abril-30 de maio de 2025. O reajuste de preços da Acelen na semana passada pode aumentar a paridade na Bahia, mas ainda mantém o etanol hidratado mais competitivo, segundo participantes de mercado. Um aumento do ICMS sobre etanol hidratado previsto para junho também adicionou cautela aos participantes das regiões, mas a Secretaria da Fazenda do Estado da Bahia confirmou à Argus que a elevação foi adiada para novembro. Por Maria Lígia Barros e Maria Albuquerque Envie comentários e solicite mais informações em feedback@argusmedia.com Copyright © 2026. Argus Media group . Todos os direitos reservados.
Senado prorroga subsídio ao diesel
Senado prorroga subsídio ao diesel
Sao Paulo, 29 May (Argus) — O presidente do Senado, Davi Alcolumbre, estendeu por mais dois meses o subsídio para a importações e vendas de diesel no país, em meio aos impactos da guerra entre Estados Unidos-Irã sobre os preços dos combustíveis, de acordo com o Diário Oficial publicado na sexta-feira. A medida estende para junho-julho a medida provisória que instituiu o subsídio de R$800/m³ sobre as vendas de diesel no país. O benefício é somado ao subsídio de R$320/m³ vigente até dezembro, totalizando R$1.120/m³ até julho. A decisão também prorrogou pelo mesmo período o subsídio de R$1.200/m³ sobre as importações de diesel, custeado igualmente pelo governo federal e pelos estados. Não há informações que confirmem que os estados continuarão contribuindo com o subsídio, uma vez que a adesão é voluntária. O governo federal anunciou uma subvenção para a gasolina de R$440/m³ em 25 de maio, seguida de um aumento dos preços do combustível pela Petrobras. A isenção dos impostos federais PIS/Cofins sobre as vendas e importações de diesel e biodiesel tem vigência até 31 de maio. A medida foi adotada para reduzir os impactos da guerra no Oriente Médio sobre os preços dos combustíveis. Por Lucas Lignon Envie comentários e solicite mais informações em feedback@argusmedia.com Copyright © 2026. Argus Media group . Todos os direitos reservados.

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