Poland's 210,000 b/d Gdansk refinery is increasing production after completing scheduled maintenance earlier this month. Most of the units taken off line for between late February and early April have restarted, as planned, operator Rafineria Gdanska said on 7 April. Maintenance was conducted on crude and vacuum distillation units, a diesel hydrotreater, the MHC mild hydrocracker, a reformer, the jet fuel Merox and hydrogen generation units, and two sulphur recovery units. A second phase of planned maintenance at Gdansk takes the refinery's three base oil units off line from 8 April until mid-May. Rafineria Gdanska is a joint venture of state-controlled Orlen with 70pc and state-controlled Saudi Aramco holding 30pc. Orlen is planning maintenance on a hydrocracker at its 373,000 b/d Plock refinery in Poland from 13 May until 24 June. The Polish company's 63,000 b/d Kralupy refinery in the Czech Republic has been shut down for scheduled maintenance since mid-March and should restart in early May. Orlen's 190,000 b/d Mazeikiai refinery in Lithuania was off line for 30 days of planned maintenance last month.
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Metanol enfrenta cenário de oferta apertada
Metanol enfrenta cenário de oferta apertada
Sao Paulo, 8 April (Argus) — O suprimento de metanol no Brasil está apertado, em um momento de dificuldades com frete marítimo ao Brasil e maior competição por cargas de outros mercados, incluindo Europa e Ásia. O custo do frete marítimo aumentou desde o início da guerra entre Estados Unidos-Israel contra o Irã, com escassez de navios disponíveis para o transporte. Distribuidores de metanol reportam que alguns fornecedores estão limitando os volumes disponíveis no mercado à vista, enquanto mantêm as quantidades previstas em contratos. As usinas de biodiesel estão mantendo a estratégia de aquisição de produto, que normalmente inclui um mix entre contratos e compras bimestrais para pronta-entrega. O Brasil importou aproximadamente 350.000t de metanol entre janeiro-março de 2026, conforme dados do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (Mdic), queda de mais de 10pc frente às cerca de 395.000t no mesmo período um ano atrás. Praticamente todo o volume foi originado em Trinidad e Tobago (28pc), Argentina (22pc), EUA (21pc), Chile (17pc), Venezuela (7pc) e Rússia (5pc). Outras 117.000t de metanol devem desembarcar nos portos brasileiros em abril, de acordo com a plataforma de rastreamento de navios Kpler. Se confirmado, o número representará queda de 11pc ante igual mês do ano passado. O consumo de metanol pela indústria do biodiesel subiu quase 15pc entre janeiro-fevereiro, na comparação anual, para aproximadamente 140.000t, segundo dados da Agência Nacional de Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP). Os dados de março ainda não estão disponíveis. Neste mesmo período de dois meses, o Brasil importou cerca de 200.000t de metanol. A indústria do biodiesel normalmente representa cerca de dois terços da demanda doméstica. O custo de reposição de estoques aumentou significativamente neste ano. Menor disponibilidade de volume e um cenário altamente incerto fez alguns vendedores segurarem ofertas no mercado spot para entrega em maio, na expectativa por preços mais elevados à frente. O indicador da Argus para o metanol alfandegado sem impostos fob Paranaguá chegou a R$2.580/t ($500/t) na última semana, frente a aproximadamente R$1.945/t em 27 de fevereiro, antes da guerra no Oriente Médio. O índice da Argus de contratos nos Estados Unidos, que inclui os preços sem desconto em contratos da Methanex e da Valenz, avançou 31pc em abril ante março, para $1.249,90/t. Usinas de biodiesel negociam descontos sobre os preços em contrato, que alcançam, em média, 54pc no Brasil. Competição internacional Vendedores também enfrentam competição crescente da Europa e da Ásia por abastecimento de metanol, resultado das mudanças nos fluxos globais após a guerra no Oriente Médio e o fechamento do estreito de Ormuz. Preços mais elevados fora das Américas estão fortalecendo o interesse por metanol produzido nos EUA, à medida que compradores internacionais buscam garantir suprimento norte-americano. Os volumes negociados no mercado spot dos EUA dobraram desde o início da guerra, no final de fevereiro, com ao menos 52.800t sendo negociadas em março-abril, em comparação a 26.400t entre janeiro-fevereiro. Foi reportado à Argus que um produtor comprou a maior parte de seu volume no mercado spot para destiná-lo à exportação. Os EUA já eram um exportador líquido de metanol, mas problemas de abastecimento no Oriente Médio fortaleceram o interesse pelo produto do país. Adicionalmente, o fechamento do estreito de Ormuz coloca até 17 milhões de t/ano de metanol em risco. Alguns distribuidores demonstram cautela quanto ao suprimento de metanol no mercado à vista do Brasil nos próximos meses, alertando para a possibilidade de redirecionamento de cargas inicialmente destinadas ao Brasil. Por Fernando Ladeira e Steven McGinn Envie comentários e solicite mais informações em feedback@argusmedia.com Copyright © 2026. Argus Media group . Todos os direitos reservados.
Parada em refinaria altera fluxos logísticos de claros
Parada em refinaria altera fluxos logísticos de claros
Sao Paulo, 9 February (Argus) — A diminuição na oferta de diesel pela Refinaria de Mataripe alterou os fluxos logísticos no Nordeste pelas distribuidoras de combustíveis entre o final do ano passado e o início deste, demandando uma adaptação nas rotas e encarecendo o custo do transporte. O frete rodoviário para entrega de diesel e gasolina na região Nordeste subiu 19pc em dezembro ante novembro, para R$157,30/m³, segundo dados levantados pela Argus junto a distribuidores de combustíveis. Um acidente na Refinaria de Mataripe (BA), causado por um curto-circuito na unidade U-27, foi registrado em 12 de dezembro. As operações retornaram à normalidade em meados de janeiro, segundo participantes de mercado. Procurada, a Acelen, operadora da refinaria, não respondeu aos questionamentos da Argus. Para atender à demanda na região, distribuidores recorreram principalmente ao suprimento via Ipojuca (PE), que somou 58pc dos volumes enviados à região no período, subindo de 51,5pc no mês anterior. São Luís (MA) e Betim (MG) também tiveram participação crescente no fornecimento de volumes, subindo para 7pc e 1,8pc, respectivamente, de 2pc e da estabilidade observada um mês antes. As distâncias percorridas para entrega de produtos claros no Nordeste aumentaram 25pc em dezembro, para uma média de 558km. Essa é a maior distância percorrida na região desde junho de 2025. A diminuição no fornecimento da refinaria na Bahia ocorreu em um momento de elevada demanda. As vendas de diesel B subiram 7pc no Nordeste em dezembro, na comparação anual, e a comercialização de gasolina C atingiu volume recorde no mês, após alta de quase 12pc ante o mesmo período do ano anterior. Os dados são da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP). Ao menos nove refinarias devem passar por paradas programadas para manutenção entre janeiro-fevereiro, segundo calendário disponibilizado pela ANP. Elas totalizam 60pc da produção de diesel e gasolina em 2025. Eventos de parada programada, no entanto, costumam ter impacto mais limitado no suprimento. O aumento nos custos logísticos para entrega de produto no Nordeste foi acompanhado apenas pela região Norte, com uma alta de 4pc nos preços, para R$174,30/m³. Entregas no Sudeste, Centro-Oeste e Sul registraram quedas de 19,4pc, 8pc e 1pc, respectivamente, para R$96,10/m³, R$143,90/m³ e R$102,40/m³. Nacionalmente, o frete médio para transporte rodoviário de combustíveis recuou quase 8pc, para R$116,11/m³. Queda no Sudeste A redução nos fretes do Sudeste está atrelada a um maior suprimento local no Rio de Janeiro. Produtos originados em Duque de Caxias responderam por 21pc dos volumes destinados à região, ante 10pc no mês anterior. Quase a totalidade deste volume foi direcionado para dentro do estado, diminuindo a participação de São Paulo no suprimento fluminense e encurtando as distâncias médias percorridas na região Sudeste em 23,5pc no período, para 309km. A produção de combustíveis claros na Refinaria Duque de Caxias (Reduc) aumentou 7,6pc em dezembro ante novembro, para 537.156m³, segundo dados da ANP. Por Fernando Ladeira Envie comentários e solicite mais informações em feedback@argusmedia.com Copyright © 2026. Argus Media group . Todos os direitos reservados.
Metanol: Mercado se ajusta à nova dinâmica no spot
Metanol: Mercado se ajusta à nova dinâmica no spot
Sao Paulo, 29 December (Argus) — Novos fluxos de importação de metanol a partir de Rússia e Omã em 2025 aumentaram a competitividade do produto colocado no mercado à vista. Negociações por descontos maiores nos contratos de fornecimento, no entanto, devem limitar avanços mais significativos do spot no próximo ano. O aumento na diferença de preços entre contratos para pronta-entrega e entregas a termo tem levado usinas de biodiesel a negociarem descontos maiores. O segmento representa cerca de metade das aquisições de metanol no país. Até a reta final de 2025, o padrão para negociações utilizado pelas usinas era de descontos médios de 44pc em relação aos valores estabelecidos pelos principais fornecedores. Os produtores de biodiesel agora reivindicam descontos próximos a 50pc ou mais, em movimento que deve se estender por 2026. Parte das usinas de biodiesel tem intenção de aumentar a parcela de compras no mercado à vista e buscam aproveitar as oportunidades de preço que se apresentaram recentemente. Os volumes via contrato ainda representam a maior parte do mercado. A diferença de preço entre as duas modalidades mais que dobrou entre junho-dezembro, avançando de R$436/t para R$928/t, mostram os indicadores da Argus. Produtores de metanol argumentam que os níveis praticados no mercado à vista são insustentáveis para a manutenção das operações no médio ao longo prazo. A retração dos preços no spot é atrelada a uma sobreoferta de metanol devido à entrada de novas origens. O fortalecimento no combate a fraudes, atraso na implementação dos novos mandatos de mescla de biodiesel e uma desaceleração maior que a esperada nas vendas de biodiesel contribuem para a sensação de excesso de produto disponível. Cargas provenientes de Rússia e Omã começaram a chegar aos portos brasileiros em maio. Até novembro, foram contabilizadas 72.574 toneladas (t) de produto nacionalizado, segundo dados do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (Mdic). Isso representa 7pc do total de 1,0 milhão de t importadas no período. As usinas de biodiesel não acompanharam o aumento nas importações de metanol. Em parte, produtoras foram afetadas pelo atraso na alta da mescla para 15pc de biodiesel (B15), inicialmente esperada para março, mas efetivada somente em agosto . A demanda das usinas por metanol cresceu 2,5pc entre janeiro-outubro, na comparação com o mesmo período do ano anterior, segundo dados da Agência Nacional de Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP). Os desembarques nos portos brasileiros avançaram 6,1pc, conforme dados da plataforma especializada no monitoramento de navios Kpler. A operação Carbono Oculto contribuiu para afetar o balanço entre oferta e demanda, retirando do mercado parte de um volume com destinação irregular. Deflagrada no fim de agosto , a operação desvendou um esquema bilionário de lavagem de dinheiro e adulteração de combustíveis que envolvia a importação ilegal de metanol por meio do porto de Paranaguá. Oferta e demanda Participantes de mercado esperam um novo atraso no aumento do mandato de mescla do biodiesel em 2026. Produtoras de metanol relatam que as negociações por renovações de contratos para fornecimento de gás — principal matéria-prima para produção de metanol — estão atrasadas em Trinidad e Tobago, oferecendo menor clareza de preços à frente. A relação entre Estados Unidos-Venezuela, diante da mobilização de forças militares norte-americanas no Caribe, e uma eventual retirada das sanções da Europa e dos EUA contra a Rússia também seguem no radar. O fluxo de metanol entre Rússia-Brasil se desenvolveu após o fechamento do mercado europeu para o país em conflito com a Ucrânia. Distribuidores de produto russo argumentam que a rota para o Brasil está consolidada. Carregamentos de Trinidad e Tobago, Venezuela e Rússia corresponderam a mais da metade do metanol que desembarcou no Brasil em 2025. Empresas com base nas mesmas origens de importação atuais, que ainda não integram o mercado brasileiro, estudam ingressar neste segmento. O cenário de alta concorrência e preços em queda pode inibir avanços nos próximos meses. Pela ótica da demanda, a expectativa é de maior procura do setor de biodiesel. A Empresa de Pesquisa Energética (EPE) projeta crescimento de quase 6pc nas buscas por biodiesel , para 10,5 milhões de m³ em 2026. O cálculo considera a manutenção do atual mandato de mescla do biodiesel no diesel de 15pc. Apesar do provável atraso no aumento da mescla, produtores de biodiesel mantêm o plano de investimentos em novas plantas, visando a demanda crescente nos anos seguintes. Por Fernando Ladeira Envie comentários e solicite mais informações em feedback@argusmedia.com Copyright © 2025. Argus Media group . Todos os direitos reservados.
Usinas negociam equilíbrio em contratos de metanol
Usinas negociam equilíbrio em contratos de metanol
Sao Paulo, 17 October (Argus) — Produtores de biodiesel estão buscando renegociar a composição das fórmulas de preços definidas em contratos para a compra de metanol junto aos principais fornecedores do insumo, diante do recente avanço do mercado para pronta-entrega no Brasil com preços mais competitivos. As fórmulas dos contratos negociados entre produtores de biodiesel e os principais fornecedores de metanol costumam incluir uma proporção do preço definido pelo vendedor e uma parcela variável com base em um índice de mercado à vista definido em comum acordo. Essa proporção é composta por aproximadamente 80pc do preço dado pelo fornecedor e 20pc do preço indexado a um índice spot. A ampliação da oferta de produto entrepostado em Paranaguá no mercado à vista a preços mais baixos que os estabelecidos em contrato abriu espaço para que participantes começassem a negociar novas proporções nos próximos contratos, com até 40pc dos preços compostos por indicadores de mercado à vista. Parte dos produtores avalia internamente aumentar as cargas compradas no mercado à vista em detrimento de volumes combinados em contrato. Muitas das negociações com fornecedores e definições da estratégia de suprimentos ainda estão em estágio inicial. O movimento vem na esteira de amplos descontos do mercado à vista sobre o insumo colocado no porto de Paranaguá via contratos no Golfo Americano. A média do indicador Argus de metanol no porto paranaense foi de R$2.200/t fob entre 27 de junho-10 de outubro, abaixo dos R$2.800/t observados no mesmo período no indicador Argus em base cif Brasil para o produto originado na costa do Golfo Americano sob regime de contratos. Novos entrantes no mercado são apontados como os principais responsáveis por uma nova dinâmica de preços que se formou nos últimos meses. Insumos originados na Rússia, onde é possível ofertar o produto a preços mais competitivos devido à elevada disponibilidade de gás natural no país, entraram em foco nesse novo ambiente. As primeiras embarcações russas começaram a chegar no porto de Paranaguá em maio, com o desembarque de 2.360t no mês, segundo dados do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (Mdic). Entre maio-setembro, os volumes da Rússia somaram 31.269t, totalizando 4,2pc do total de volume de metanol que chegou aos portos brasileiros no período. No ano passado, o fluxo de produto russo direcionado ao Brasil foi nulo, segundo o Mdic. Trinidad e Tobago, Chile, Estados Unidos, Venezuela e Argentina permanecem como as principais origens de metanol para o Brasil, respondendo por mais de 90pc das cargas enviadas ao país. Esses volumes são provenientes, em sua maioria, de grandes fornecedores que operam via contrato no país. No mês de maio também se iniciou um novo fluxo de Omã para o Brasil, embora com preços menos competitivos em relação ao produto russo e em menores volumes. Ampla oferta Participantes de mercado relatam que há elevada disponibilidade de metanol no mercado, contribuindo para a manutenção dos preços em níveis abaixo do verificado no ano anterior. Além da diversificação nas origens do insumo, produtores de biodiesel apontam o atraso no aumento de mescla de biodiesel no diesel e inconformidades no cumprimento da mistura obrigatória por parte de algumas distribuidoras como elementos que contribuem para a ampla oferta de metanol. A elevação do mandato de mescla do biocombustível no diesel, de 14pc (B14) para 15pc (B15), estava inicialmente previsto para entrar em vigor em março de 2025, mas foi efetivada apenas em agosto. Produtores de biodiesel, no entanto, já haviam definido volumes anuais do insumo em contrato, preparando-se para uma demanda que não foi efetivada. A incerteza em relação aos volumes contratados pode ocorrer novamente em 2026. A Lei do Combustível do Futuro prevê novo aumento na mescla para 16pc (B16) em março do próximo ano. O diretor do departamento de biocombustíveis do Ministério de Minas e Energia (MME), Marlon Arraes, disse recentemente que o prazo para o início da vigência pode novamente ser adiado. Por Fernando Ladeira Envie comentários e solicite mais informações em feedback@argusmedia.com Copyright © 2025. Argus Media group . Todos os direitos reservados.

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