Poland's 210,000 b/d Gdansk refinery is increasing production after completing scheduled maintenance earlier this month. Most of the units taken off line for between late February and early April have restarted, as planned, operator Rafineria Gdanska said on 7 April. Maintenance was conducted on crude and vacuum distillation units, a diesel hydrotreater, the MHC mild hydrocracker, a reformer, the jet fuel Merox and hydrogen generation units, and two sulphur recovery units. A second phase of planned maintenance at Gdansk takes the refinery's three base oil units off line from 8 April until mid-May. Rafineria Gdanska is a joint venture of state-controlled Orlen with 70pc and state-controlled Saudi Aramco holding 30pc. Orlen is planning maintenance on a hydrocracker at its 373,000 b/d Plock refinery in Poland from 13 May until 24 June. The Polish company's 63,000 b/d Kralupy refinery in the Czech Republic has been shut down for scheduled maintenance since mid-March and should restart in early May. Orlen's 190,000 b/d Mazeikiai refinery in Lithuania was off line for 30 days of planned maintenance last month.
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Metanol: Mercado se ajusta à nova dinâmica no spot
Metanol: Mercado se ajusta à nova dinâmica no spot
Sao Paulo, 29 December (Argus) — Novos fluxos de importação de metanol a partir de Rússia e Omã em 2025 aumentaram a competitividade do produto colocado no mercado à vista. Negociações por descontos maiores nos contratos de fornecimento, no entanto, devem limitar avanços mais significativos do spot no próximo ano. O aumento na diferença de preços entre contratos para pronta-entrega e entregas a termo tem levado usinas de biodiesel a negociarem descontos maiores. O segmento representa cerca de metade das aquisições de metanol no país. Até a reta final de 2025, o padrão para negociações utilizado pelas usinas era de descontos médios de 44pc em relação aos valores estabelecidos pelos principais fornecedores. Os produtores de biodiesel agora reivindicam descontos próximos a 50pc ou mais, em movimento que deve se estender por 2026. Parte das usinas de biodiesel tem intenção de aumentar a parcela de compras no mercado à vista e buscam aproveitar as oportunidades de preço que se apresentaram recentemente. Os volumes via contrato ainda representam a maior parte do mercado. A diferença de preço entre as duas modalidades mais que dobrou entre junho-dezembro, avançando de R$436/t para R$928/t, mostram os indicadores da Argus. Produtores de metanol argumentam que os níveis praticados no mercado à vista são insustentáveis para a manutenção das operações no médio ao longo prazo. A retração dos preços no spot é atrelada a uma sobreoferta de metanol devido à entrada de novas origens. O fortalecimento no combate a fraudes, atraso na implementação dos novos mandatos de mescla de biodiesel e uma desaceleração maior que a esperada nas vendas de biodiesel contribuem para a sensação de excesso de produto disponível. Cargas provenientes de Rússia e Omã começaram a chegar aos portos brasileiros em maio. Até novembro, foram contabilizadas 72.574 toneladas (t) de produto nacionalizado, segundo dados do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (Mdic). Isso representa 7pc do total de 1,0 milhão de t importadas no período. As usinas de biodiesel não acompanharam o aumento nas importações de metanol. Em parte, produtoras foram afetadas pelo atraso na alta da mescla para 15pc de biodiesel (B15), inicialmente esperada para março, mas efetivada somente em agosto . A demanda das usinas por metanol cresceu 2,5pc entre janeiro-outubro, na comparação com o mesmo período do ano anterior, segundo dados da Agência Nacional de Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP). Os desembarques nos portos brasileiros avançaram 6,1pc, conforme dados da plataforma especializada no monitoramento de navios Kpler. A operação Carbono Oculto contribuiu para afetar o balanço entre oferta e demanda, retirando do mercado parte de um volume com destinação irregular. Deflagrada no fim de agosto , a operação desvendou um esquema bilionário de lavagem de dinheiro e adulteração de combustíveis que envolvia a importação ilegal de metanol por meio do porto de Paranaguá. Oferta e demanda Participantes de mercado esperam um novo atraso no aumento do mandato de mescla do biodiesel em 2026. Produtoras de metanol relatam que as negociações por renovações de contratos para fornecimento de gás — principal matéria-prima para produção de metanol — estão atrasadas em Trinidad e Tobago, oferecendo menor clareza de preços à frente. A relação entre Estados Unidos-Venezuela, diante da mobilização de forças militares norte-americanas no Caribe, e uma eventual retirada das sanções da Europa e dos EUA contra a Rússia também seguem no radar. O fluxo de metanol entre Rússia-Brasil se desenvolveu após o fechamento do mercado europeu para o país em conflito com a Ucrânia. Distribuidores de produto russo argumentam que a rota para o Brasil está consolidada. Carregamentos de Trinidad e Tobago, Venezuela e Rússia corresponderam a mais da metade do metanol que desembarcou no Brasil em 2025. Empresas com base nas mesmas origens de importação atuais, que ainda não integram o mercado brasileiro, estudam ingressar neste segmento. O cenário de alta concorrência e preços em queda pode inibir avanços nos próximos meses. Pela ótica da demanda, a expectativa é de maior procura do setor de biodiesel. A Empresa de Pesquisa Energética (EPE) projeta crescimento de quase 6pc nas buscas por biodiesel , para 10,5 milhões de m³ em 2026. O cálculo considera a manutenção do atual mandato de mescla do biodiesel no diesel de 15pc. Apesar do provável atraso no aumento da mescla, produtores de biodiesel mantêm o plano de investimentos em novas plantas, visando a demanda crescente nos anos seguintes. Por Fernando Ladeira Envie comentários e solicite mais informações em feedback@argusmedia.com Copyright © 2025. Argus Media group . Todos os direitos reservados.
Usinas negociam equilíbrio em contratos de metanol
Usinas negociam equilíbrio em contratos de metanol
Sao Paulo, 17 October (Argus) — Produtores de biodiesel estão buscando renegociar a composição das fórmulas de preços definidas em contratos para a compra de metanol junto aos principais fornecedores do insumo, diante do recente avanço do mercado para pronta-entrega no Brasil com preços mais competitivos. As fórmulas dos contratos negociados entre produtores de biodiesel e os principais fornecedores de metanol costumam incluir uma proporção do preço definido pelo vendedor e uma parcela variável com base em um índice de mercado à vista definido em comum acordo. Essa proporção é composta por aproximadamente 80pc do preço dado pelo fornecedor e 20pc do preço indexado a um índice spot. A ampliação da oferta de produto entrepostado em Paranaguá no mercado à vista a preços mais baixos que os estabelecidos em contrato abriu espaço para que participantes começassem a negociar novas proporções nos próximos contratos, com até 40pc dos preços compostos por indicadores de mercado à vista. Parte dos produtores avalia internamente aumentar as cargas compradas no mercado à vista em detrimento de volumes combinados em contrato. Muitas das negociações com fornecedores e definições da estratégia de suprimentos ainda estão em estágio inicial. O movimento vem na esteira de amplos descontos do mercado à vista sobre o insumo colocado no porto de Paranaguá via contratos no Golfo Americano. A média do indicador Argus de metanol no porto paranaense foi de R$2.200/t fob entre 27 de junho-10 de outubro, abaixo dos R$2.800/t observados no mesmo período no indicador Argus em base cif Brasil para o produto originado na costa do Golfo Americano sob regime de contratos. Novos entrantes no mercado são apontados como os principais responsáveis por uma nova dinâmica de preços que se formou nos últimos meses. Insumos originados na Rússia, onde é possível ofertar o produto a preços mais competitivos devido à elevada disponibilidade de gás natural no país, entraram em foco nesse novo ambiente. As primeiras embarcações russas começaram a chegar no porto de Paranaguá em maio, com o desembarque de 2.360t no mês, segundo dados do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (Mdic). Entre maio-setembro, os volumes da Rússia somaram 31.269t, totalizando 4,2pc do total de volume de metanol que chegou aos portos brasileiros no período. No ano passado, o fluxo de produto russo direcionado ao Brasil foi nulo, segundo o Mdic. Trinidad e Tobago, Chile, Estados Unidos, Venezuela e Argentina permanecem como as principais origens de metanol para o Brasil, respondendo por mais de 90pc das cargas enviadas ao país. Esses volumes são provenientes, em sua maioria, de grandes fornecedores que operam via contrato no país. No mês de maio também se iniciou um novo fluxo de Omã para o Brasil, embora com preços menos competitivos em relação ao produto russo e em menores volumes. Ampla oferta Participantes de mercado relatam que há elevada disponibilidade de metanol no mercado, contribuindo para a manutenção dos preços em níveis abaixo do verificado no ano anterior. Além da diversificação nas origens do insumo, produtores de biodiesel apontam o atraso no aumento de mescla de biodiesel no diesel e inconformidades no cumprimento da mistura obrigatória por parte de algumas distribuidoras como elementos que contribuem para a ampla oferta de metanol. A elevação do mandato de mescla do biocombustível no diesel, de 14pc (B14) para 15pc (B15), estava inicialmente previsto para entrar em vigor em março de 2025, mas foi efetivada apenas em agosto. Produtores de biodiesel, no entanto, já haviam definido volumes anuais do insumo em contrato, preparando-se para uma demanda que não foi efetivada. A incerteza em relação aos volumes contratados pode ocorrer novamente em 2026. A Lei do Combustível do Futuro prevê novo aumento na mescla para 16pc (B16) em março do próximo ano. O diretor do departamento de biocombustíveis do Ministério de Minas e Energia (MME), Marlon Arraes, disse recentemente que o prazo para o início da vigência pode novamente ser adiado. Por Fernando Ladeira Envie comentários e solicite mais informações em feedback@argusmedia.com Copyright © 2025. Argus Media group . Todos os direitos reservados.
ANP aprova nova especificação para gasolina
ANP aprova nova especificação para gasolina
Sao Paulo, 5 September (Argus) — A diretoria da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) aprovou, nesta sexta-feira (5), a alteração da resolução que trata das especificações da gasolina. A decisão ocorre pouco mais de um mês após o início da vigência do novo mandato de mistura de etanol anidro ao combustível fóssil, que subiu de 27pc para 30pc, conforme decisão do Conselho Nacional de Política Energética (CNPE). A ANP estabeleceu a elevação do parâmetro RON (Research Octane Number, em inglês) de 93 para 94, e a manutenção dos valores mínimos de massa específica para a gasolina A em 688,9 kg/m³ a 20ºC sob o E30. A agência argumenta que o movimento assegura o objetivo estabelecido pelo CNPE de garantir ao consumidor o acesso aos efeitos positivos da nova mistura, com vantagens de qualidade com um combustível de maior octanagem e evitando uma perda de qualidade na gasolina oferecida, além da promoção de eficiência energética. Como o etanol anidro conta com um RON na casa de 109, a elevação da mescla de E27 para E30 em tese poderia abrir espaço para o uso de uma gasolina A com menor octanagem, caso a exigência para a gasolina C fosse mantida em RON 93. A elevação para RON 94, portanto, visa um ajuste proporcional de parâmetro para garantir a manutenção do atual nível de qualidade para a gasolina antes da mistura. Como o etanol também possui propriedades de massa mais elevadas em comparação com a gasolina (apesar de potencial energético menor), a manutenção das especificações do E27 para o combustível final no E30 também poderia abrir a possibilidade de uso de gasolina A com menor massa sob o novo mandato de mescla. Neste caso, para garantir a qualidade do produto oferecido ao consumidor final, a ANP sugeriu a atualização da tabela de valores mínimos de massa específica, repetindo a exigência de 688,9 kg/m³ para a gasolina A para o E30. O parâmetro para a massa da gasolina C, por outro lado, seguiu em 715 kg/m³, pela falta de tempo para discussão de novos níveis com agentes do mercado. A decisão da nova especificação da gasolina sob o E30 acontece após a realização de consulta pública em prazo reduzido de 5 dias, que contou com 24 contribuições de 13 atores distintos, entre empresas, associações e instituições governamentais. Também houve uma audiência pública por videoconferência para debater os potenciais impactos das alterações propostas pela ANP. Os dois pontos relacionados à octanagem e à massa específica do combustível já estavam previstos na minuta de resolução apresentada pela agência aos participantes do mercado. Mas também foram incorporadas duas sugestões feitas durante as consultas, estabelecendo prazos de transição para a adequação às novas regras e autorizando a inclusão de metodologias alternativas para a verificação do teor de etanol anidro nas gasolinas C. Pelo texto aprovado pelos diretores da ANP, fica determinado que, sempre que houver alteração na legislação que estabelece o teor de etanol anidro na gasolina, a aplicação de autuação por não conformidade das novas misturas somente poderá ocorrer após uma carência mínima. No caso da cadeia de distribuição, o prazo é de 30 dias para a região Norte e 15 dias para as demais localidades. Já na revenda, são 60 dias para o Norte e 15 para as demais regiões do país. Para entrar em vigor, a resolução ainda depende da publicação no Diário Oficial da União (DOU), quando participantes do mercado poderão acessar os detalhes das novas regras. Por Marcos Mortari Envie comentários e solicite mais informações em feedback@argusmedia.com Copyright © 2025. Argus Media group . Todos os direitos reservados.
B15 e E30 entram em vigor sob preocupações do mercado
B15 e E30 entram em vigor sob preocupações do mercado
Sao Paulo, 1 August (Argus) — Os novos mandatos de mistura obrigatória de etanol anidro na gasolina e de biodiesel no diesel entraram em vigor a partir desta sexta-feira (1), em todo o território brasileiro. Para o diesel, a mescla de biodiesel a ser cumpria por distribuidores aumentou 1 ponto percentual, para 15pc no produto que é oferecido ao consumidor. Já para a gasolina, o percentual de etanol anidro misturado foi de 27pc para 30pc. As novas mesclas passaram a valer 37 dias após deliberação do Conselho Nacional de Política Energética (CNPE), que publicou as mudanças na forma das resoluções nºs 8 (para o diesel) e 9 (para a gasolina) de 2025, em meio a uma grande expectativa de integrantes do setor de biocombustíveis. No caso do biodiesel, a mudança estava programada para acontecer em 1º de março, mas foi suspensa temporariamente por decisão tomada pelo próprio CNPE com antecedência de apenas 11 dias — pegando de surpresa muitos participantes da cadeia do biocombustível, que haviam planejado investimentos para atender a nova demanda. Na época, integrantes do governo federal demonstravam preocupação com os potenciais impactos do aumento da mistura do biodiesel sobre a inflação de alimentos, já que o principal insumo usado pelo país na produção do biocombustível é o óleo de soja. Além disso, como o biodiesel normalmente é mais caro do que o diesel A, um aumento na mistura tornaria mais caro o diesel B — o que também poderia gerar impacto inflacionário. Apesar de o diesel ter peso pequeno na carteira do Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), de 0,24pc, a avaliação é de que o combustível fóssil tem impacto indireto relevante sobre a formação de preços de diversos produtos. O diesel respondeu sozinho por 42,5pc de toda a energia consumida pelo setor de transportes brasileiro em 2024, de acordo com o Balanço Energético Nacional (BEN), realizado pela Empresa de Pesquisa Energética (EPE). A participação do combustível fóssil na energia utilizada pelo setor agropecuário foi de 47,4pc no mesmo período. Grandes distribuidores temem que a combinação do aumento da mistura obrigatória de biodiesel no diesel (B15) e as dificuldades orçamentárias enfrentadas pela Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) para fiscalizar as atividades do setor resulte em um aumento de fraudes — o que poderia aumentar distorções no mercado e prejudicar a competitividade de muitos participantes. Incertezas para a gasolina Ao contrário do B15, a nova mescla de 30pc de etanol anidro na gasolina (E30) deve pressionar para baixo os preços do produto final, já que o biocombustível costuma ser mais barato do que o fóssil. Produtores, refinadores e distribuidores ainda se debruçam sobre os dados para estimar os impactos do E30 no mercado. Na indústria do etanol, especula-se sobre uma possível retomada de importações com a maior necessidade de anidro — cenário que agora também depende dos avanços da disputa comercial entre Estados Unidos e Brasil. Já do lado da gasolina, há uma expectativa de redução nos volumes importados todo mês pelo país. Mas os próximos passos ainda dependem das especificações do combustível com a nova mistura. O E30 entrou em vigor sem que participantes do mercado tivessem conhecimento das especificações técnicas do novo combustível. Ontem encerrou-se o prazo de 5 dias úteis aberto pela ANP para consulta pública sobre o assunto, mas uma audiência ainda será realizada com os agentes em 11 de agosto. Além do próprio aumento da mistura de etanol anidro na gasolina, a mudança do mandato poderá trazer novas regras para a octanagem do combustível final e adequações relacionadas à massa do produto, ambas previstas na resolução ANP nº 807/2020. Neste momento, há três alternativas regulatórias para análise: 1) Manutenção da regra atual; 2) Alteração apenas para a octanagem, elevando o parâmetro RON (Research Octane Number, em inglês) de 93 para 94; e 3) Alteração de octanagem e da tabela de massa específica da gasolina A, de modo a manter a qualidade atual na gasolina C. A terceira opção é defendida pela ANP e consta de minuta de resolução para alterar a resolução nº 807/2020, submetida à consulta do mercado. Neste cenário de incertezas persistentes, participantes do mercado mantêm dúvidas sobre como proceder em suas operações ou mesmo se será concedido o período de carência que a ANP normalmente aplica para esse tipo de transição — 30 dias na distribuição e 60 dias na revenda. Muitos traders colocaram o pé no freio para novas aquisições à espera de maior clareza, para evitar riscos de desenquadramento e maiores custos no futuro. Procurada pela Argus , a ANP não se manifestou até o fechamento desta nota. Por Marcos Mortari Envie comentários e solicite mais informações em feedback@argusmedia.com Copyright © 2025. Argus Media group . Todos os direitos reservados.

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