India and Saudi Arabia are to collaborate on the development of two integrated refinery and petrochemical plants in India. The plan was announced after Indian prime minister Narendra Modi met Saudi counterpart Mohammed bin Salman in Jeddah on 22 April, as part of the India–Saudi Arabia Strategic Partnership Council. Saudi Arabia in 2019 pledged to invest $100bn in India in several sectors including energy and petrochemicals. No further details have been provided but the projects could be Indian state-run BPCL's planned facility in Andhra Pradesh and oil firm ONGC's refinery project in Gujarat, according to industry participants. Plans for a 1.2mn b/d refinery in Ratnagiri alongside the UAE's Adnoc have been abandoned because of logistical and land acquisition challenges, industry participants say.
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Senado prorroga subsídio ao diesel
Senado prorroga subsídio ao diesel
Sao Paulo, 29 May (Argus) — O presidente do Senado, Davi Alcolumbre, estendeu por mais dois meses o subsídio para a importações e vendas de diesel no país, em meio aos impactos da guerra entre Estados Unidos-Irã sobre os preços dos combustíveis, de acordo com o Diário Oficial publicado na sexta-feira. A medida estende para junho-julho a medida provisória que instituiu o subsídio de R$800/m³ sobre as vendas de diesel no país. O benefício é somado ao subsídio de R$320/m³ vigente até dezembro, totalizando R$1.120/m³ até julho. A decisão também prorrogou pelo mesmo período o subsídio de R$1.200/m³ sobre as importações de diesel, custeado igualmente pelo governo federal e pelos estados. Não há informações que confirmem que os estados continuarão contribuindo com o subsídio, uma vez que a adesão é voluntária. O governo federal anunciou uma subvenção para a gasolina de R$440/m³ em 25 de maio, seguida de um aumento dos preços do combustível pela Petrobras. A isenção dos impostos federais PIS/Cofins sobre as vendas e importações de diesel e biodiesel tem vigência até 31 de maio. A medida foi adotada para reduzir os impactos da guerra no Oriente Médio sobre os preços dos combustíveis. Por Lucas Lignon Envie comentários e solicite mais informações em feedback@argusmedia.com Copyright © 2026. Argus Media group . Todos os direitos reservados.
Mercado espera queda no consumo de Ciclo Otto no 3º bi
Mercado espera queda no consumo de Ciclo Otto no 3º bi
Sao Paulo, 19 May (Argus) — As vendas do Ciclo Otto, que incluem gasolina C e etanol hidratado, devem cair no terceiro bimestre do ano, refletindo os impactos da guerra entre os Estados Unidos e o Irã na economia brasileira e nos preços dos combustíveis, segundo estimativas das principais distribuidoras do Brasil consultadas pela Argus. A mediana das projeções, levantadas com as equipes de inteligência das maiores distribuidoras de combustíveis com operações no país, apontou para um consumo conjunto de aproximadamente 5,5 milhões de m³ de gasolina C – combustível misturado com etanol anidro – e etanol hidratado tanto para maio quanto para junho. Se confirmados, os volumes representarão quedas de 5,4pc e 4,7pc em relação às vendas do Ciclo Otto em maio e junho do ano passado, respectivamente, segundo dados da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP). A retração anual é influenciada pelo aumento no custo de vida da população, que deve reduzir a utilização de veículos a combustão como meios de transporte de passeio, segundo participantes de mercado. Os preços de revenda da gasolina C no varejo cresceram 6pc entre a semana iniciada em 22 de fevereiro e a em 10 de maio, mostram dados da ANP. Os efeitos da guerra nos preços da gasolina no mercado brasileiro foram mitigados pela menor dependência nacional por produto estrangeiro. As medianas das projeções para consumo de gasolina apontam para aproximadamente 3,9 milhões de m³ em maio e 3,8 milhões de m³ em junho. Os volumes representam respectivas quedas de 4,5pc e de quase 6pc em relação aos mesmos meses de 2025, segundo dados da ANP. Para etanol hidratado, a expectativa é de que o consumo atinja 1,72 milhão de m³ em maio e 1,75 milhão de m³ em junho. Se confirmados, esses volumes representarão queda de 6pc para maio e aumento de 1pc para junho, na comparação anual, conforme dados da ANP. Projeções de uma produção recorde de etanol na safra 2026-27 de cana-de-açúcar trazem expectativas de queda para os preços do biocombustível nos próximos meses e, consequentemente, redução da paridade de preços entre o etanol e a gasolina. O aumento da competitividade do etanol deve refletir com mais intensidade na mudança de comportamento do consumidor a partir de junho, segundo agentes do setor. Diesel recua A projeção para o diesel B é de queda no consumo nos próximos dois meses. As medianas apontam para uma demanda de 5,9 milhões de m³ em maio e 5,8 milhões de m³ em junho, quedas de 3,6pc e 4pc em relação aos mesmos meses do ano anterior, respectivamente, com base nos dados da ANP. As estimativas das distribuidoras levaram em conta o comportamento de variáveis macroeconômicas, como expectativas para o Produto Interno Bruto (PIB) e o desempenho de setores mais intensivos no consumo de combustíveis. O aumento dos preços do diesel no mercado doméstico também sustenta uma queda no consumo nesse no período. Os preços de revenda do combustível fóssil cresceram 33pc entre a semana anterior ao início do conflito no Oriente Médio e a semana iniciada em 10 de maio, de acordo com a ANP. Considerando a mescla obrigatória de 15pc de biodiesel no diesel, a demanda do biocombustível poderia alcançar 1,8 milhão de m³ no bimestre. O volume representaria uma alta de quase 3pc ante o mesmo período do ano passado, quando a mescla em vigor era de 14pc. Por Maria Albuquerque Projeções para consumo de combustíveis rodoviários .000 m³ Maio Junho Combustível Mediana ANP (2025) % Mediana ANP (2025) % Diesel B 5902,0 6163,7 -3,6 5804,0 6061,6 -4,3 Gasolina C 3857,0 4040,3 -4,5 3789,0 4021,8 -5,8 Etanol hidratado 1718,0 1828,1 -6,0 1749,6 1733,2 1,0 Ciclo Otto 5549,0 5868,4 -5,4 5486,5 5755,0 -4,7 Fonte: Argus, ANP Envie comentários e solicite mais informações em feedback@argusmedia.com Copyright © 2026. Argus Media group . Todos os direitos reservados.
Aumento de mescla do biodiesel atrasará em um ano
Aumento de mescla do biodiesel atrasará em um ano
Sao Paulo, 16 April (Argus) — A elevação do mandato da mescla de biodiesel atrasará até, pelo menos, março de 2027, após o Ministério de Minas e Energia (MME) prorrogar o cronograma dos testes de viabilidade, de acordo com o novo plano apresentado a participantes do mercado. A Lei do Combustível do Futuro previa aumentar a mescla de 15pc (B15) para 16pc (B16) em março de 2026, desde que houvesse comprovação de que os novos níveis são tecnicamente viáveis. O MME espera que o relatório final quanto à utilização de misturas de B16-20 seja aprovado até o fim de março de 2027, caso os testes confirmem, sem ressalvas, que os níveis são viáveis, de acordo com o plano ao qual a Argus obteve acesso. O novo cronograma prevê o início dos primeiros testes experimentais em junho, adiamento de três meses em relação ao plano anterior, publicado em 19 de novembro de 2025. A necessidade de mais tempo para as fases de consolidação metodológica e negociações com laboratórios atrasou parcialmente o cronograma, de acordo com o plano. A falta de infraestrutura para a realização de testes mecânicos contribuiu para postergar o prazo inicial, segundo informações apresentadas pelo MME em março. Em um cenário no qual a aprovação dependa de ajustes técnicos dos testes, o prazo para a validação do relatório final pode se estender até julho de 2027. Ainda não há datas para testes das misturas entre B20-25. O atraso na elevação de mescla coincide com a alta dos preços do diesel S10 nacionalizado no mercado à vista acima dos preços do biodiesel negociado por contrato, desde 5 de março, e com o consequente aumento da pressão pelo avanço do mandato de mescla do biodiesel. O movimento ocorre após a elevação dos preços globais de derivados de petróleo devido à guerra entre Estados Unidos, Israel e Irã. A Associação dos Produtores de Biocombustíveis do Brasil (Aprobio) e a Associação Brasileira das Indústrias de Óleos Vegetais (Abiove) pressionaram neste mês a Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) para permitir misturas de biodiesel acima do mandato sem autorização prévia. As entidades argumentaram que o Brasil tem capacidade para fornecer uma mistura de biodiesel de até 21,6pc no diesel. O MME não respondeu ao pedido da Argus por comentários referentes ao novo cronograma. Por Lucas Lignon Envie comentários e solicite mais informações em feedback@argusmedia.com Copyright © 2026. Argus Media group . Todos os direitos reservados.
Metanol enfrenta cenário de oferta apertada
Metanol enfrenta cenário de oferta apertada
Sao Paulo, 8 April (Argus) — O suprimento de metanol no Brasil está apertado, em um momento de dificuldades com frete marítimo ao Brasil e maior competição por cargas de outros mercados, incluindo Europa e Ásia. O custo do frete marítimo aumentou desde o início da guerra entre Estados Unidos-Israel contra o Irã, com escassez de navios disponíveis para o transporte. Distribuidores de metanol reportam que alguns fornecedores estão limitando os volumes disponíveis no mercado à vista, enquanto mantêm as quantidades previstas em contratos. As usinas de biodiesel estão mantendo a estratégia de aquisição de produto, que normalmente inclui um mix entre contratos e compras bimestrais para pronta-entrega. O Brasil importou aproximadamente 350.000t de metanol entre janeiro-março de 2026, conforme dados do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (Mdic), queda de mais de 10pc frente às cerca de 395.000t no mesmo período um ano atrás. Praticamente todo o volume foi originado em Trinidad e Tobago (28pc), Argentina (22pc), EUA (21pc), Chile (17pc), Venezuela (7pc) e Rússia (5pc). Outras 117.000t de metanol devem desembarcar nos portos brasileiros em abril, de acordo com a plataforma de rastreamento de navios Kpler. Se confirmado, o número representará queda de 11pc ante igual mês do ano passado. O consumo de metanol pela indústria do biodiesel subiu quase 15pc entre janeiro-fevereiro, na comparação anual, para aproximadamente 140.000t, segundo dados da Agência Nacional de Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP). Os dados de março ainda não estão disponíveis. Neste mesmo período de dois meses, o Brasil importou cerca de 200.000t de metanol. A indústria do biodiesel normalmente representa cerca de dois terços da demanda doméstica. O custo de reposição de estoques aumentou significativamente neste ano. Menor disponibilidade de volume e um cenário altamente incerto fez alguns vendedores segurarem ofertas no mercado spot para entrega em maio, na expectativa por preços mais elevados à frente. O indicador da Argus para o metanol alfandegado sem impostos fob Paranaguá chegou a R$2.580/t ($500/t) na última semana, frente a aproximadamente R$1.945/t em 27 de fevereiro, antes da guerra no Oriente Médio. O índice da Argus de contratos nos Estados Unidos, que inclui os preços sem desconto em contratos da Methanex e da Valenz, avançou 31pc em abril ante março, para $1.249,90/t. Usinas de biodiesel negociam descontos sobre os preços em contrato, que alcançam, em média, 54pc no Brasil. Competição internacional Vendedores também enfrentam competição crescente da Europa e da Ásia por abastecimento de metanol, resultado das mudanças nos fluxos globais após a guerra no Oriente Médio e o fechamento do estreito de Ormuz. Preços mais elevados fora das Américas estão fortalecendo o interesse por metanol produzido nos EUA, à medida que compradores internacionais buscam garantir suprimento norte-americano. Os volumes negociados no mercado spot dos EUA dobraram desde o início da guerra, no final de fevereiro, com ao menos 52.800t sendo negociadas em março-abril, em comparação a 26.400t entre janeiro-fevereiro. Foi reportado à Argus que um produtor comprou a maior parte de seu volume no mercado spot para destiná-lo à exportação. Os EUA já eram um exportador líquido de metanol, mas problemas de abastecimento no Oriente Médio fortaleceram o interesse pelo produto do país. Adicionalmente, o fechamento do estreito de Ormuz coloca até 17 milhões de t/ano de metanol em risco. Alguns distribuidores demonstram cautela quanto ao suprimento de metanol no mercado à vista do Brasil nos próximos meses, alertando para a possibilidade de redirecionamento de cargas inicialmente destinadas ao Brasil. Por Fernando Ladeira e Steven McGinn Envie comentários e solicite mais informações em feedback@argusmedia.com Copyright © 2026. Argus Media group . Todos os direitos reservados.

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