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07/01/26

Produção de EVs no Brasil deve saltar em 2026

Produção de EVs no Brasil deve saltar em 2026

Sao Paulo, 7 January (Argus) — A produção de veículos elétricos (EVs, na sigla em inglês) no Brasil vai disparar em 2026, à medida que mais montadoras chinesas abrem plantas de montagem no país, e fabricantes de outras nacionalidades começam a responder com seus próprios modelos eletrificados, uma mudança que deve desacelerar o crescimento de importações de EVs. O mercado brasileiro de EVs vem sendo sustentado por importações desde o primeiro boom de carros elétricos chineses no Brasil, em 2023, quando BYD e GWM importaram cerca de 30.000 unidades, de acordo com dados da associação brasileira de veículos elétricos (ABVE). Espera-se que isso mude em 2026, com o escalonamento — ou início — de produção das linhas de montagem de pelo menos seis marcas chinesas, além do lançamento de diversos novos veículos eletrificados fabricados localmente por montadoras tradicionais. Geely , MG Motor e Omoda/Jaecoo — uma marca do grupo Chery — têm planos de começar a montar EVs no Brasil em 2026. BYD, GWM e Chevrolet, esta por meio de uma joint-venture com as chinesas SAIC e Wuling, iniciaram a montagem de carros elétricos no país já em 2025. A Chery fabrica carros tanto eletrificados, quanto à combustão no Brasil desde 2017. As fabricantes chinesas vêm, nos últimos três anos, intensificando sua presença no mercado latino-americano — e seus veículos têm tido uma alta taxa de aceitação na região. Marcas da China foram responsáveis por cerca de 10pc dos veículos de passeio vendidos no Brasil em 2025, segundo dados da consultoria especializada Bright Consulting. Diversas montadoras chinesas já veem o Brasil como um polo industrial capaz de montar veículos localmente e vendê-los tanto no mercado brasileiro quanto em outros países da América Latina. A Bright projeta que as vendas de veículos elétricos no Brasil mais que dobrem em 2026, passando de 275 mil para 600 mil unidades, alcançando 22,9pc do total das vendas esperadas no país para este ano. Os carros chineses devem representar pouco menos da metade das vendas de EVs no país em 2026, com 270.000 unidades, um aumento de 61pc em comparação com o ano anterior. Desse total, 170.000 automóveis devem ser importados da China. Em 2025, montadoras chinesas importaram cerca de 140.000 unidades prontas para serem vendidas, segundo a Bright. Os outros 100.000 veículos elétricos que as montadoras chinesas pretendem vender no Brasil neste ano serão montados em território nacional, de acordo com a Bright. Esse movimento vai, efetivamente, limitar o crescimento das importações de EVs, dado que a oferta doméstica reduzirá a necessidade de trazer carros prontos da China. BYD, GWM e Chevrolet montaram um total de 25.000 carros elétricos no Brasil em 2025, segundo estimativas da Argus com base em dados publicados pelas montadoras. Marcas chinesas e montadoras tradicionais vão fabricar algo entre 250.000-300.000 EVs no Brasil em 2026, fazendo deste o primeiro ano em que o país terá uma produção relevante de carros elétricos. A contraofensiva das montadoras tradicionais Marcas tradicionais com produção de carros à combustão já estabelecida no Brasil devem intensificar o desenvolvimento e a produção de veículos elétricos em 2026 para disputar a preferência dos consumidores brasileiros com as montadoras chinesas, disse a Bright. A receptividade dos consumidores brasileiros a marcas chinesas — e EVs no geral — aumentou depois da pandemia da Covid-19, época em que as montadoras tradicionais subiram os preços e fabricantes da China entraram no mercado com carros relativamente mais acessíveis equipados com mais tecnologia e designs mais modernos. Carros elétricos estão se tornando cada vez mais populares entre os consumidores brasileiros e já conquistaram mercado mesmo fora das grandes cidades. Motoristas que percorrem longas distâncias diariamente podem economizar até R$ 2.500 por mês devido à diferença entre os custos da eletricidade e dos combustíveis, segundo a gestora de pontos de recarga Tupi. Marcas como Stellantis, Volkswagen e Toyota têm planos de fabricar novos modelos híbridos em 2026. A maioria desses lançamentos será de modelos híbridos leves (MHEV), um veículo à combustão equipado com uma pequena bateria não plug-in de 12V ou 48V que auxilia o motor — geralmente flex — e melhora sua eficiência. MHEVs são legalmente considerados EVs no Brasil, sendo elegíveis a isenções de IPVA em alguns estados, além de outros benefícios oferecidos a carros elétricos plenos. Híbridos leves são, geralmente, mais baratos do que híbridos plenos (HEV) e costumam ser vendidos por marcas mais conhecidas pelo consumidor brasileiro, fazendo deles uma opção mais atraente para um comprador que procura um EV mais barato ou uma marca mais estabelecida. A Bright espera que 200.000 MHEVs sejam vendidos no Brasil em 2026, sendo a maioria fabricada localmente. A Caoa Chery, outra marca do grupo Chery, é a única chinesa que produz MHEVs no Brasil. Suas compatriotas vendem apenas EVs plenos, incluindo HEVs e carros 100pc elétricos. A Toyota é a única montadora não chinesa que produz HEVs no país. A Bright projeta que um total de 2,62 milhões de veículos sejam vendidos no Brasil em 2026, um aumento de 2,3pc em relação às 2,56 milhões de unidades comercializadas em 2025. Por Pedro Consoli Envie comentários e solicite mais informações em feedback@argusmedia.com Copyright © 2026. Argus Media group . Todos os direitos reservados.

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Movimentação de carga sobe nos portos do Paraná


07/01/26
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07/01/26

Movimentação de carga sobe nos portos do Paraná

Sao Paulo, 7 January (Argus) — A movimentação de carga nos portos de Paranaguá e Antonina, no Paraná, subiu em dezembro com o aumento das exportações de milho e soja. Os dois portos movimentaram cerca de 5,9 milhões de toneladas (t) de carga em dezembro, alta de 28,5pc ante o mesmo mês de 2024. As exportações totalizaram cerca de 3,6 milhões de t no mês, alta de 66,3pc em relação ao mesmo mês de 2024. Os embarques de milho subiram para 522.500t em dezembro, comparados às 58.300t exportadas em 2024. As exportações de soja atingiram 923.832t, ante 202.295t embarcadas em dezembro de 2024. As importações ficaram em 2,3 milhões de t, uma queda de 5pc em relação às quase 2,4 milhões de t importadas um ano antes. As importações de fertilizantes caíram 14pc, para 1 milhão de t, em comparação com quase 1,2 milhão de t em 2024. Volumes sobem em 2025 Os portos do Paraná movimentaram 73,5 milhões de t em 2025, um aumento de 10,1pc em relação às quase 66,8 milhões de t de 2024 e um recorde na história dos portos. As exportações subiram 15,1pc em 2025 ante o ano anterior, atingindo quase 46,1 milhões de t. Os embarques de milho totalizaram 5,1 milhões de t, comparado com 1,1 milhão de t em 2024. As exportações de soja subiram 11pc, para 14,7 milhões de t. As importações subiram 2,6pc em 2025, para cerca de 27,4 milhões de t, comparadas ao ano anterior. As importações de fertilizantes totalizaram cerca de 11,6 milhões de t, alta de 4pc em relação ao ano passado. Os números de novembro foram divulgados com atraso. No mês, os portos movimentaram 6,4 milhões de t, um aumento de 9pc em relação ao mesmo mês de 2024. Por Gisele Augusto Envie comentários e solicite mais informações em feedback@argusmedia.com Copyright © 2026. Argus Media group . Todos os direitos reservados.

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Petrobras retoma operações da Fafen em Sergipe


06/01/26
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Petrobras retoma operações da Fafen em Sergipe

Sao Paulo, 6 January (Argus) — A Petrobras retomou as operações na Fábrica de Fertilizantes Nitrogenados (Fafen) localizada na cidade de Laranjeiras, em Sergipe, encerrando uma paralisação de 21 meses na produção. O anúncio foi feito pela presidente da Petrobras, Magda Chambriard, nas redes sociais e confirmado pelo governo de Sergipe. A Fafen Sergipe retomou a produção de amônia em 31 de dezembro, marcando a retomada das operações. A unidade tem capacidade para produzir até 650.000 toneladas (t)/ano de ureia, 450.000t/ano de amônia e 320.000t/ano de sulfato de amônio (SA). As operações da Fafen Sergipe estavam paralisadas desde março de 2024, quando eram administradas pela empresa química brasileira Unigel, que também gerenciava as operações da Fafen em Camaçari, na Bahia. A Unigel, enfrentando dificuldades financeiras, entrou com pedido de recuperação judicial duas vezes. Por conta disso e em linha com o plano estratégico da Petrobras de investir no setor de fertilizantes, a empresa iniciou o processo de retomada do controle das Fafens em abril de 2025. Em setembro, a Petrobras firmou contrato com a empresa brasileira de manutenção e gestão industrial Engeman para a retomada das operações nas Fafens. Por João Petrini Envie comentários e solicite mais informações em feedback@argusmedia.com Copyright © 2026. Argus Media group . Todos os direitos reservados.

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Venezuela: Ataque dos EUA dificulta embarque de ureia


05/01/26
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Venezuela: Ataque dos EUA dificulta embarque de ureia

Amsterdam, 5 January (Argus) — O custo de transporte de ureia da Venezuela aumentou drasticamente após a operação dos Estados Unidos em 3 de janeiro, que levou à captura do presidente do país, Nicolás Maduro, mas os carregamentos e embarques devem continuar. Alguns armadores buscaram um prêmio de risco de guerra nos dias 3 e 4 de janeiro, após o ataque aéreo que envolveu helicópteros e mísseis em Caracas e outras regiões do país. No entanto, a situação parece estar se estabilizando, com a chegada de navios para carregar ureia nos próximos dias. Os fretes para o carregamento de ureia venezuelana aumentaram consideravelmente nas últimas semanas, mesmo sem a inclusão de um prêmio adicional. O prêmio de risco de guerra aumenta a pressão sobre fornecedores, diminuindo as margens de lucro e adicionando custos significativos às cargas que podem já ter sido compradas por tradings na base fob. Produtores venezuelanos reduziram os preços de ureia na base fob nas últimas semanas, à medida que os EUA aumentaram sua presença militar na região, em uma tentativa de continuar a exportar o produto —, reduzindo os preços de níveis já muito abaixo dos preços de origem tradicionais devido às complicações relacionadas às sanções norte-americanas. Os preços da ureia granulada caíram para $ 300/t fob José e abaixo disso na segunda quinzena de dezembro, o que representa um desconto de quase $100/t em relação a outras origens que abastecem mercados latino-americanos. O preço médio de ureia granulada a partir da Nigéria, publicado pela Argus em 2 de janeiro, ficou em $390-405/t fob Nigéria. Mas exportadores enfrentam ainda mais pressão devido ao aumento dos fretes. O último navio a carregar ureia em José, o principal centro de exportação da Venezuela, foi o Centurion Juktas, em meados de dezembro, segundo dados de rastreamento de navios da Kpler. No entanto, o Hongli 8 tem chegada prevista a José em 5 de janeiro, conforme mostram os dados da Kpler. A ureia venezuelana normalmente é exportada para o Brasil e o México, além de outros mercados próximos. A Venezuela abriga três grandes instalações de produção de ureia, com uma capacidade operacional combinada de até 2,2 milhões de toneladas (t) por ano de ureia granulada e perolada. No entanto, as exportações têm variado bastante nos últimos anos. A consultoria da Argus estima que as exportações venezuelanas de ureia ficarão em pouco mais de 400.000t em 2025, queda em relação às mais de 700.000t registradas em 2020-21. Por Harry Minihan Envie comentários e solicite mais informações em feedback@argusmedia.com Copyright © 2026. Argus Media group . Todos os direitos reservados.

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Fretes disparam com safra recorde de soja no Brasil


02/01/26
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Fretes disparam com safra recorde de soja no Brasil

Sao Paulo, 2 January (Argus) — Os fretes rodoviários de grãos e fertilizantes podem aumentar em 2026, visto que uma produção recorde de soja na safra 2025-26 pode impulsionar a demanda por serviços de transporte no primeiro trimestre, com muitas áreas sendo colhidas simultaneamente. Os preços do frete de grãos no Brasil permaneceram em níveis elevados durante 2025, com a produção recorde de soja e milho ao longo do ciclo 2024-25 contribuindo para tarifas acima da média em comparação com 2024. No trecho Sorriso-Miritituba, as tarifas ficaram em média cerca de 12pc acima dos níveis de 2024, enquanto na rota Rondonópolis-Santos o aumento foi de cerca de 6pc. Os fretes também devem subir com o transporte de fertilizantes para a segunda safra de milho 2025-26 em maio. No mercado de exportação, especialmente para a soja, as tensões comerciais entre a China e os Estados Unidos levaram o país asiático a recorrer às oleaginosas brasileiras para suprir a demanda. Isso ampliou a janela de exportação do Brasil e resultou em uma demanda constante por serviços de transporte rodoviário. Para 2026, com o Brasil provavelmente registrando produção recorde de soja no ciclo 2025-2026, espera-se uma maior demanda por serviços de transporte nos corredores de exportação, o que também pode resultar em fretes mais caros. A Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) estima que o Brasil produzirá 177,6 milhões de toneladas (t) de soja no ciclo 2025-26, aumento de quase 3,6pc em relação à safra anterior e o maior volumes já registrados, afirma a segunda projeção oficial para o ciclo. Mato Grosso, maior produtor nacional, deve colher 47,2 milhões de t de soja no ciclo 2025-26, de acordo com o Instituto Mato-grossense de Economia Agropecuária (Imea). Isso representaria uma queda de 7,3pc em relação à produção de 2024-25, mas ainda assim seria a segunda maior da história do estado. De modo geral, o ritmo de plantio para o ciclo 2025-26 transcorreu sem grandes problemas. O plantio registrou um aumento significativo ao longo de outubro. Nas primeiras quatro semanas de plantio, 21,2pc dos quase 13 milhões de hectares (ha) estimados para o ciclo foram semeados até 10 de outubro. No entanto, o plantio avançou 54,9 pontos percentuais ao longo do mês, totalizando 76,1pc até 31 de outubro. Mais da metade da área de soja de Mato Grosso foi plantada durante o mesmo período. Isso gera preocupação entre participantes de mercado quanto à alta concorrência pelo transporte nos corredores de exportação e à disponibilidade de veículos, resultando em um gargalo logístico, já que a colheita dessas áreas também precisa ocorrer simultaneamente. As questões climáticas continuam sendo uma preocupação. O acúmulo de chuvas em Mato Grosso durante novembro reduziu o estresse hídrico e favoreceu o desenvolvimento das lavouras. No entanto, as chuvas permaneceram irregulares em outras regiões, situação que pode prejudicar a produtividade no estado. Isso também pode afetar o período de plantio do milho e sua colheita no segundo semestre de 2026. Embora o Brasil espere uma produção significativa de milho, o mercado interno tem absorvido a maior parte do volume do grão, superando as exportações. Isso deve resultar em menores níveis de frete de grãos durante o período, com boa parte da produção destinada à demanda da indústria brasileira. A produção de etanol de milho no Brasil deverá totalizar 8,7 bilhões de litros (l) no ciclo 2025-26, aumento de 11pc em comparação com os 7,8 bilhões de l produzidos no ciclo anterior. A Conab estima que 1t de milho pode produzir cerca de 400l de etanol, o que significa que aproximadamente 21,8 milhões de t de milho serão consumidas pela indústria de etanol, ante 18 milhões de t no ano anterior. Fretes de fertilizantes devem subir O transporte de fertilizantes também pode enfrentar gargalos logísticos no deslocamento de insumos dos portos para o interior do país, devido ao ritmo lento de compras de fertilizantes, especialmente nitrogenados, para a segunda safra de milho de 2025-26. A tabela de frete mínimo da Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT) também adiciona desafios ao mercado de logística. Desde outubro, o cumprimento da tarifa mínima de frete é monitorado automaticamente, com base nas informações inseridas em um manifesto fiscal eletrônico obrigatório (MDF-e) emitido pela parte que contrata o motorista do caminhão, como as transportadoras. Esse manifesto reúne informações de diversas notas fiscais relacionadas ao transporte da carga, facilitando a fiscalização tributária e a gestão logística. O sistema cruza os dados declarados no MDF-e com a tabela oficial da tarifa mínima de frete. Se o valor declarado estiver abaixo do limite legal, o sistema identificará a irregularidade sem a necessidade de um relatório ou inspeção adicional. O novo sistema automático de fiscalização levou a aumentos de até 70pc no frete rodoviário de fertilizantes em algumas das 31 rotas monitoradas semanalmente pela Argus. Posteriormente, as tarifas diminuíram, com algumas transportadoras ignorando a tabela e reduzindo suas margens de lucro na tentativa de oferecer preços competitivos. Além disso, a demanda por veículos com maior número de eixos disparou. De acordo com as novas regulamentações, caminhões de sete eixos são considerados menos eficientes e econômicos do que caminhões de nove eixos, cuja oferta é mais limitada. As entregas de fertilizantes nitrogenados, especialmente ureia e sulfato de amônio (SA), provavelmente aumentarão a concorrência por veículos no primeiro trimestre de 2026, principalmente em janeiro, quando a oferta de caminhões é reduzida devido aos motoristas que retornam para suas casas para as festas de fim de ano. Nessas circunstâncias, é esperado um aumento nas taxas de frete de fertilizantes e nos custos de logística rodoviária. Os importadores brasileiros têm trocado ureia por SA, que ofereceu, durante a maior parte de 2025, um preço mais atrativo por ponto nitrogênio. No entanto, o volume de SA necessário para a mesma quantidade de nitrogênio é o dobro do necessário para a ureia, visto que a ureia contém 46pc do nutriente e o SA, 21pc, o que aumenta os custos logísticos e operacionais. A disponibilidade de caminhões tem sido uma preocupação, dificultando o transporte rodoviário. O novo sistema eletrônico de fiscalização da tabela de fretes mínimos da ANTT, em vigor desde outubro, continua sendo um importante fator no mercado e resultou em um aumento significativo nos custos da logística rodoviária. No entanto, essa questão é envolta em incerteza jurídica, visto que uma decisão judicial estadual que suspendeu as multas em algumas regiões não conteve o crescente número de transportadoras que ignoram a tabela de tarifas mínimas de frete. Mesmo assim, a maioria das transportadoras continua a cumprir a tabela para evitar penalidades. As empresas de fertilizantes permanecem relutantes em absorver os aumentos de tarifas impostos pela tabela. Nesse contexto, a situação só seria resolvida com uma decisão do Supremo Tribunal Federal sobre a constitucionalidade da medida. Mas participantes de mercado acreditam ser improvável que o problema seja resolvido em 2026, já que é impopular e afeta um setor importante para o país em um ano de eleições federais. Por João Petrini Envie comentários e solicite mais informações em feedback@argusmedia.com Copyright © 2026. Argus Media group . Todos os direitos reservados.

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