Overview

Financial services organisations choose Argus to anticipate price shifts, manage risk, and act with confidence in global commodity and energy markets.

We provide early insights by combining real-time intelligence, deep historical data, and forward-looking analysis – so you can move before the market does. Our independent benchmarks, built on rigorous methodologies, help reduce valuation risk and strengthen investment decisions.

At a glance

  • Stay ahead of market moves
  • Navigate volatility with confidence
  • Make faster, smarter investment calls
  • Protect portfolio value

Speak to a specialist

Register below and we will customise a solution that meets your exact needs. When you speak to one of our experts, you may be qualified to sample our industry-leading products on a no-cost basis.

Carregando...

How we can help

Commodity and energy prices
Independent price assessments across physical and derivative markets provide trusted reference prices for contracts, valuation, risk management and market analysis, underpinned by broad market coverage.
Market news and analysis
Market news and commentary from Argus reporting teams provide timely insight into key developments, price drivers and market events through continuous engagement with industry participants.
Analytics and forecasting
Argus analytics and forecasting combine independent prices, proprietary data and rigorous methodologies to deliver analysis and forward‑looking outlooks supporting planning, scenario analysis and informed decisions.
Consulting projects
Bespoke strategic support across corporate finance, M&A, project finance, capital raising, IPO‑related market studies, market entry and commercial due diligence, regularly acting as an independent market consultant for lenders.
AI solutions
Argus AI solutions include Ask Argus for AI‑driven querying of insight, and AI‑ready data delivering price datasets for integration into analytics, models and workflows enterprise.
Risk solutions
Independent valuation analytics, forward curves and risk data support mark‑to‑market, VaR, P&L, hedging and compliance requirements through consistent, transparent methodologies and comprehensive market coverage pricing.
Events
Stay informed and connected to market leaders.
Engage with peers, network with boots-on-the-ground market participants and learn from analysts and experts to gain a full view on emerging risks, trends, and opportunities.

Latest insights

Our team of 600+ commodity market experts keep you up-to-date on the energy and commodity markets as they evolve. Explore our latest complimentary written, audio and video content.

Selecionar
News

El Niño ameaça moagem, produção de etanol segue forte

El Niño ameaça moagem, produção de etanol segue forte

Sao Paulo, 30 July (Argus) — O El Niño pode provocar um recuo no volume de cana-de-açúcar processado em 2026-27 ao postergar as operações de moagem no Centro-Sul, mas não a ponto de alterar expectativas de produção recorde de etanol. O fenômeno climático se estabeleceu em 11 de junho e deve atingir o pico entre 22 de setembro-21 de dezembro, segundo o Instituto de Meteorologia dos Estados Unidos (NOAA, na sigla em inglês). No Centro-Sul, o setor sucroalcooleiro estará suscetível às altas temperaturas e chuvas irregulares. O impacto tende a ser limitado nos números desta safra, visto que o pico do El Niño ocorrerá nos últimos meses de colheita no Centro-Sul. Alguns produtores aceleraram a moagem para evitar ter cana em pé durante a fase mais crítica, uma estratégia para driblar os efeitos nos canaviais. Os maiores riscos decorrem da possibilidade de as chuvas postergarem a moagem na reta final da safra e aumentarem a quantidade de cana bisada – a cana-de-açúcar que, em vez de ser moída na safra vigente, é mantida no campo para o ciclo seguinte. Isso pode reduzir o volume moído nesta safra, entre 1º de abril de 2026-31 de março de 2027 — em 20 milhões de toneladas (t) no Centro-Sul, por falta de tempo hábil para processar a cana-de-açúcar, avaliam empresas do setor. Atualmente, o consenso do mercado estima 638,5 milhões de t. Mesmo com um cenário de perdas, ainda seria maior que os 616,2 milhões de m³ processados em 2025-26, segundo a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab). O mix de açúcar também pode ser afetado. Mais chuvas podem diminuir a concentração de sacarose na planta, dificultando a cristalização e a fabricação do adoçante. Com isso, as usinas podem encontrar dificuldade em maximizar a produção de açúcar. A mediana das estimativas de participantes de mercado para o mix de produção no Centro-Sul está em 47,1pc de açúcar e 52,9pc de etanol. Isso se compara com o mix de 50,38pc de açúcar e 49,62pc de etanol verificado em 2025-26, de acordo com a União da Indústria de Cana-de-Açúcar (Unica). O setor continua vendo forte fabricação do biocombustível nesta safra: 38,05 milhões de m³, considerando tanto etanol anidro quanto hidratado, o que seria a máxima na série histórica de 18 safras da Conab. O El Niño deve durar até o fim do verão no Hemisfério Sul, ou seja, até 31 de março de 2027, segundo o NOAA, deixando impactos também no próximo ciclo. O eventual aumento no volume de cana bisada para 2027-28 se somaria ao cenário de estoques fortalecidos e de crescimento nas operações de etanol de milho, acrescentando pressão aos preços no início da próxima safra. Participantes de mercado também acreditam que o El Niño pode potencializar o rendimento dos canaviais em 2026-27, sobretudo caso se concretize o cenário de chuvas acima da média. El Niño mais forte que a média A intensidade do fenômeno supera as ocorrências em anos anteriores, acelerando ainda mais o aquecimento das águas e influenciando maiores temperaturas — de até 4°C acima da média — no cerrado brasileiro, incluindo os estados de Mato Grosso, Goiás e Minas Gerais, explica o agrometeorologista da Rural Clima, Marco Antonio dos Santos. Um El Niño mais intenso já é apontado como um dos fatores por trás de eventos extremos recentes, como o temporal com ventos de 160 km/h em Ribeirão Preto (SP) e o tornado registrado em Salgado Filho (RS). As culturas de soja, milho e café podem ser beneficiadas pelo fenômeno climático na região Centro-Sul, afirma o especialista. Por Maria Lígia Barros e João Curi Envie comentários e solicite mais informações em feedback@argusmedia.com Copyright © 2026. Argus Media group . Todos os direitos reservados.

Saiba mais
News

Gasolina perde competitividade frente ao etanol na BA

News

Gasolina perde competitividade frente ao etanol na BA

Sao Paulo, 2 June (Argus) — A produção de etanol de milho na Bahia e a guerra entre Estados Unidos e Irã tornaram o etanol hidratado mais competitivo do que a gasolina no estado, fazendo distribuidoras reavaliarem operações. A paridade de preços no varejo entre o etanol hidratado e a gasolina na Bahia caiu abaixo dos 70pc na segunda semana de maio, atingindo mínimas desde novembro de 2024, de acordo com dados da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP). O percentual alcançou 68pc na semana passada, dado mais recente do órgão regulador. Alguns varejistas da região relataram à Argus que o volume de vendas diárias de etanol hidratado chegou a dobrar desde que a paridade passou a favorecer o consumo do biocombustível. A mudança chama atenção, pois historicamente o estado possui uma predominância no consumo de gasolina. O recuo na paridade reflete, em maior parte, a valorização dos preços da gasolina após o início da guerra no Oriente Médio, em 28 de fevereiro. O movimento foi mais amplificado na Bahia em relação a outros estados, em função dos preços de produtores privados na região – mais expostos às variações do mercado internacional. Os preços de revenda da gasolina comum – combustível misturado com etanol anidro – aumentou quase 12pc na Bahia entre a semana iniciada em 24 de maio e a semana anterior ao início do conflito, de acordo com a ANP. Na média nacional, os preços subiram 5pc. A mudança na competitividade entre os dois combustíveis também é apoiada pela menor disponibilidade de gasolina no mercado à vista do Nordeste. Importadores mantiveram um ritmo lento de importações de gasolina durante o mês de maio, devido a arbitragem fechada para importação e incertezas quanto à demanda doméstica do combustível. O custo de reposição para gasolina A importada entregue em Suape e mais um porto do Nordeste chegou a R$3.354/m³, em 29 de maio, de acordo com o indicador Argus em base dap Brasil. O valor supera em aproximadamente 36pc o preço do produto comercializado pela Petrobras em Ipojuca (PE). Etanol ganha fôlego A alta nos preços de gasolina veio acompanhada da queda nos preços de etanol desde abril, com o início das operações da primeira planta de etanol de milho da Bahia e o começo da moagem de cana-de-açúcar no Centro-Sul. A usina de etanol de milho Inpasa em Luís Eduardo Magalhães (BA) teve autorização da ANP para começar a operar em 27 de março. É a sexta planta de etanol da Bahia e a primeira com produção a partir de milho. A inauguração ampliou a capacidade de produção do estado em 48pc para o hidratado e 100pc para o anidro, segundo dados da ANP. Além disso, a safra no Centro-Sul, iniciada em 1º de abril, deflagrou uma queda expressiva nos preços do etanol produzidos na região. O movimento contagiou os preços do Nordeste, uma vez que muitas distribuidoras originam produto do Centro-Sul durante a entressafra nordestina. Os fatores se traduziram em maiores volumes de etanol transacionado na Bahia. O volume reportado à Argus no indicador de etanol hidratado colocado em São Francisco do Conde (BA) nas oito semanas completas desde a primeira semana cheia de abril somou 26.250m³, praticamente o dobro dos 15.497m³ negociados entre 7 de abril-30 de maio de 2025. O reajuste de preços da Acelen na semana passada pode aumentar a paridade na Bahia, mas ainda mantém o etanol hidratado mais competitivo, segundo participantes de mercado. Um aumento do ICMS sobre etanol hidratado previsto para junho também adicionou cautela aos participantes das regiões, mas a Secretaria da Fazenda do Estado da Bahia confirmou à Argus que a elevação foi adiada para novembro. Por Maria Lígia Barros e Maria Albuquerque Envie comentários e solicite mais informações em feedback@argusmedia.com Copyright © 2026. Argus Media group . Todos os direitos reservados.

News

Senado prorroga subsídio ao diesel

News

Senado prorroga subsídio ao diesel

Sao Paulo, 29 May (Argus) — O presidente do Senado, Davi Alcolumbre, estendeu por mais dois meses o subsídio para a importações e vendas de diesel no país, em meio aos impactos da guerra entre Estados Unidos-Irã sobre os preços dos combustíveis, de acordo com o Diário Oficial publicado na sexta-feira. A medida estende para junho-julho a medida provisória que instituiu o subsídio de R$800/m³ sobre as vendas de diesel no país. O benefício é somado ao subsídio de R$320/m³ vigente até dezembro, totalizando R$1.120/m³ até julho. A decisão também prorrogou pelo mesmo período o subsídio de R$1.200/m³ sobre as importações de diesel, custeado igualmente pelo governo federal e pelos estados. Não há informações que confirmem que os estados continuarão contribuindo com o subsídio, uma vez que a adesão é voluntária. O governo federal anunciou uma subvenção para a gasolina de R$440/m³ em 25 de maio, seguida de um aumento dos preços do combustível pela Petrobras. A isenção dos impostos federais PIS/Cofins sobre as vendas e importações de diesel e biodiesel tem vigência até 31 de maio. A medida foi adotada para reduzir os impactos da guerra no Oriente Médio sobre os preços dos combustíveis. Por Lucas Lignon Envie comentários e solicite mais informações em feedback@argusmedia.com Copyright © 2026. Argus Media group . Todos os direitos reservados.

News

Mercado espera queda no consumo de Ciclo Otto no 3º bi

News

Mercado espera queda no consumo de Ciclo Otto no 3º bi

Sao Paulo, 19 May (Argus) — As vendas do Ciclo Otto, que incluem gasolina C e etanol hidratado, devem cair no terceiro bimestre do ano, refletindo os impactos da guerra entre os Estados Unidos e o Irã na economia brasileira e nos preços dos combustíveis, segundo estimativas das principais distribuidoras do Brasil consultadas pela Argus. A mediana das projeções, levantadas com as equipes de inteligência das maiores distribuidoras de combustíveis com operações no país, apontou para um consumo conjunto de aproximadamente 5,5 milhões de m³ de gasolina C – combustível misturado com etanol anidro – e etanol hidratado tanto para maio quanto para junho. Se confirmados, os volumes representarão quedas de 5,4pc e 4,7pc em relação às vendas do Ciclo Otto em maio e junho do ano passado, respectivamente, segundo dados da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP). A retração anual é influenciada pelo aumento no custo de vida da população, que deve reduzir a utilização de veículos a combustão como meios de transporte de passeio, segundo participantes de mercado. Os preços de revenda da gasolina C no varejo cresceram 6pc entre a semana iniciada em 22 de fevereiro e a em 10 de maio, mostram dados da ANP. Os efeitos da guerra nos preços da gasolina no mercado brasileiro foram mitigados pela menor dependência nacional por produto estrangeiro. As medianas das projeções para consumo de gasolina apontam para aproximadamente 3,9 milhões de m³ em maio e 3,8 milhões de m³ em junho. Os volumes representam respectivas quedas de 4,5pc e de quase 6pc em relação aos mesmos meses de 2025, segundo dados da ANP. Para etanol hidratado, a expectativa é de que o consumo atinja 1,72 milhão de m³ em maio e 1,75 milhão de m³ em junho. Se confirmados, esses volumes representarão queda de 6pc para maio e aumento de 1pc para junho, na comparação anual, conforme dados da ANP. Projeções de uma produção recorde de etanol na safra 2026-27 de cana-de-açúcar trazem expectativas de queda para os preços do biocombustível nos próximos meses e, consequentemente, redução da paridade de preços entre o etanol e a gasolina. O aumento da competitividade do etanol deve refletir com mais intensidade na mudança de comportamento do consumidor a partir de junho, segundo agentes do setor. Diesel recua A projeção para o diesel B é de queda no consumo nos próximos dois meses. As medianas apontam para uma demanda de 5,9 milhões de m³ em maio e 5,8 milhões de m³ em junho, quedas de 3,6pc e 4pc em relação aos mesmos meses do ano anterior, respectivamente, com base nos dados da ANP. As estimativas das distribuidoras levaram em conta o comportamento de variáveis macroeconômicas, como expectativas para o Produto Interno Bruto (PIB) e o desempenho de setores mais intensivos no consumo de combustíveis. O aumento dos preços do diesel no mercado doméstico também sustenta uma queda no consumo nesse no período. Os preços de revenda do combustível fóssil cresceram 33pc entre a semana anterior ao início do conflito no Oriente Médio e a semana iniciada em 10 de maio, de acordo com a ANP. Considerando a mescla obrigatória de 15pc de biodiesel no diesel, a demanda do biocombustível poderia alcançar 1,8 milhão de m³ no bimestre. O volume representaria uma alta de quase 3pc ante o mesmo período do ano passado, quando a mescla em vigor era de 14pc. Por Maria Albuquerque Projeções para consumo de combustíveis rodoviários .000 m³ Maio Junho Combustível Mediana ANP (2025) % Mediana ANP (2025) % Diesel B 5902,0 6163,7 -3,6 5804,0 6061,6 -4,3 Gasolina C 3857,0 4040,3 -4,5 3789,0 4021,8 -5,8 Etanol hidratado 1718,0 1828,1 -6,0 1749,6 1733,2 1,0 Ciclo Otto 5549,0 5868,4 -5,4 5486,5 5755,0 -4,7 Fonte: Argus, ANP Envie comentários e solicite mais informações em feedback@argusmedia.com Copyright © 2026. Argus Media group . Todos os direitos reservados.

News

Etanol anidro tem prêmios mais baixos em 2026-27

News

Etanol anidro tem prêmios mais baixos em 2026-27

Sao Paulo, 7 May (Argus) — Os prêmios dos contratos de etanol anidro no Centro-Sul para o período entre 1º junho de 2026-31 de maio de 2027 recuaram em relação à temporada 2025-26, em função da expectativa de produção recorde nesta safra de cana-de-açúcar. O anidro foi negociado em São Paulo a prêmios entre 10-11pc sobre o preço à vista do hidratado na maior parte do volume contratado até 2º de maio, segundo levantamento da Argus com as principais empresas do setor. Os maiores volumes em Mato Grosso, Mato Grosso do Sul e Goiás ficaram com prêmios entre 9-11pc. No ciclo 2025-26, o intervalo foi de 12-13pc no Centro-Sul. A Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) exige que as distribuidoras garantam o suprimento do anidro de maneira antecipada, por meio de duas modalidades: o regime de compra direta ou de contratação. No regime de contrato, distribuidoras asseguram para o ano seguinte volumes compatíveis com 90pc da quantidade de gasolina C comercializada no ano anterior. A meta de contratação do setor para 2026-27 é de 12,5 milhões de m³ de anidro, ante 10,6 milhões de m³ em 2025-26, de acordo com a ANP. Pelo menos 70pc dos extratos desses contratos devem ser apresentados ao órgão regulador até 2 de maio, anualmente. Os 20pc restantes podem ser entregues até 1º de julho. Os participantes podem fechar contratos com volumes acima do exigido. Nesta rodada, porém, muitos compradores decidiram estrategicamente contratar apenas o obrigatório, deixando mais espaço para atuar no spot. O motivo é a expectativa de preços à vista atrativos ao longo da safra 2026-27, quando esperam oferta ampla de etanol. A recuperação dos canaviais, um mix mais alcooleiro no primeiro semestre e a expansão da produção a partir do milho devem impulsionar a fabricação de etanol aos maiores níveis da série histórica. A entrada dos volumes da nova safra fez os preços do etanol anidro no Centro-Sul no spot caírem 18pc entre março-abril, para R$2.896/m³ equivalente Ribeirão Preto na última cotação do mês. Paralelamente, o preço da retirada do anidro baixou 20pc no mês, para R$ R$2.842/m³ em 30 de abril. A postura comedida do lado comprador ajudou a pesar nos prêmios, mesmo com o suporte da expectativa de avanço de mescla obrigatória na gasolina, dos atuais 30pc para 32pc (E32). A elevação da mistura deve ser analisada na próxima reunião do Conselho Nacional de Política Energética (CNPE). O encontro ocorreria nesta quinta-feira, mas foi adiada, sem uma nova data divulgada pelo órgão até o fechamento desta edição. O ministro de Minas e Energia, Alexandre Silveira, defendeu a pauta como uma medida para aumentar a segurança energética do Brasil, enquanto o mundo enfrenta obstáculos nos mercados de petróleo e derivados. A União da Indústria de Cana-de-Açúcar e Bioenergia (Unica) estima que o E32 injetará uma demanda adicional por etanol anidro de cerca de 1 milhão de m³/ano ante o E30. Em relação ao suprimento adicional necessário para atender ao E32, distribuidoras esperam adquiri-lo no mercado à vista ou por meio de cláusulas de flexibilidade previstas nos contratos. As partes negociaram a possibilidade de retirar cerca de 20pc a mais ou menos de volume de anidro sem precisar renegociar contratos, de olho no aumento de mescla. Por Maria Lígia Barros Anidro no Centro-Sul: retirada de contrato vs. spot R$/m³ Envie comentários e solicite mais informações em feedback@argusmedia.com Copyright © 2026. Argus Media group . Todos os direitos reservados.