São Paulo renova planos para transição energética

  • Spanish Market: Biofuels, Electricity, Hydrogen
  • 19/06/23

O estado de São Paulo revelou planos para acelerar a transição para energia renovável e reduzir as emissões de gases de efeito estufa, com a meta de zerá-las até 2050.

O estado renovou seu Plano Estadual de Energia 2050 (PEE) para apoiar 21 projetos em andamento no valor de R$16,8 bilhões, incluindo investimentos da empresa sucroalcooleira e distribuidora de combustíveis Raízen, da montadora chinesa Great Wall Motors (GMW) e da japonesa Toyota.

Quatro projetos estão ligados ao setor sucroenergético. A Alcoeste Bioenergia vai expandir a produção de etanol em sua usina no interior de São Paulo, em Fernandópolis, enquanto a Raízen está investindo em duas usinas de etanol de segunda geração (2G), em Andradina e Morro Agudo.

A Tereos Guarani, subsidiária brasileira de moagem de cana-de-açúcar da produtora francesa de açúcar Tereos France, construirá uma usina de biogás e aumentará a capacidade instalada de sua usina de Cruz Alta, movida a bagaço de cana, em Olímpia.

"Temos um grande potencial do estado no etanol, que é a ponte para termos veículos movidos a partir de hidrogênio", disse o governador do estado, Tarcísio Freitas.

A indústria automotiva global aposta nos carros movidos a hidrogênio, entre outras frentes, para eletrificar e descarbonizar o transporte.

Nesse contexto, a GWM abrirá uma fábrica em Iracemápolis, no ano que vem, para fabricar apenas veículos elétricos — como carros elétricos a bateria, híbridos e movidos a hidrogênio. A Toyota também está pesquisando a aplicação do etanol para produzir hidrogênio em suas unidades de Porto Feliz e Sorocaba. Ambos os projetos foram incluídos no Plano Estadual de Energia 2050.

"Com uma dose de incentivo, vamos ter usinas de etanol produzindo também o hidrogênio verde", afirmou Freitas.

Geração de energia

Outros dois projetos também estão ligados à geração de energia. A Sun Mobi construirá uma usina solar fotovoltaica, em Taubaté, e a Emae, controlada pelo estado de São Paulo, modernizará seu complexo elétrico Henry Borden, em Cubatão.

A aposta do governo estadual na economia limpa envolve, também, o incentivo a iniciativas para aumentar a produção de biometano, biomassa, etanol de segunda geração e outras alternativas verdes para abastecer as cadeias de energia, gás, transporte e indústria.


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Sao Paulo, 20 June (Argus) — A second generation (2G) ethanol-producing unit of Brazil's top sugar and ethanol milling group Raizen — known as Bonfim Bioenergy Park — shipped its first cargo of 2G ethanol to the EU, vice-president Paulo Corte-Real Neves said. "We were already exporting E2G produced at the Costa Pinto unit," Neves said during the Argus Biofuels and Feedstocks Latin America conference, in Sao Paulo, Brazil. "Now, with the Bonfim plant, we have increased our relevance with customers and expanded the penetration of cellulosic ethanol." Bonfim Bioenergy Park is Raizen's second unit to sell 2G ethanol. The first is Costa Pinto Bioenergy Park. Both are in Sao Paulo state and produce a combined 112mn liters/yr (1,940 b/d), chief executive Ricardo Mussa said in May. Raizen said last year it sold 80pc of Bonfim's output to international markets. It now expects to sell the remainder on the EU ethanol spot market. Raizen, a joint venture between Shell and Brazilian conglomerate Cosan, has plans to have 20 2G ethanol units in operation in 10 years, with total installed capacity reaching up to 1.6bn l/yr (27,750 b/d) when works are finished. By Maeli Prado Send comments and request more information at feedback@argusmedia.com Copyright © 2024. Argus Media group . All rights reserved.

Philippines keeps adding coal-fired power capacity


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Manila, 20 June (Argus) — The Philippines' Department of Energy (DOE) expects an additional 2.255GW of coal-fired power generation capacity to come on line by 2028, meaning the country will still be reliant on coal despite its decarbonisation plans. The latest list of committed power projects published by the DOE show the Luzon grid's coal-fired capacity will increase by 1.85GW. Of this, 450MW will come from phase one of the Mariveles power plant in Bataan where three 150MW units will come on line this year. This will be followed by the Masinloc power plant expansion in Zambales adding 700MW by 2026. Phase two of the Mariveles power plant will add another 700MW by 2028. The Visayas grid will increase its coal-fired capacity by 135MW with the start of commercial operations of the second unit of the Palm Concepcion power plant in Cebu by June 2026. Mindanao grid's coal-fired capacity will increase by 270MW with the start of commercial operations of the Misamis power plant in Misamis Oriental by 2027. The Philippines is heavily reliant on coal for its energy security, the DOE said, with coal accounting for over 60pc of total power generation. A significant portion of the country's coal-fired power plants are also relatively new, with more than 6.3GW of coal-fired power plants operational for 10 years or less. They still have around 30 years of economic life remaining, making them extremely difficult to retire early because of the high financial costs required to decommission them, the DOE said. There is also 3.4GW of coal-fired power plants between 10-30 years old. The oldest of these plants has 10 years of economic life left, making them a good candidate for early retirement, the DOE said. But this will be dependent on the sentiment of the private-sector power sector towards the financial feasibility of early decommissioning, it added. The Philippines aims to accelerate the retirement of up to 900MW of existing coal-fired generation capacity by 2027. The country has 12.43GW of installed coal-fired capacity, accounting for 44pc of the country's total of 28.26GW. By Antonio delos Reyes Send comments and request more information at feedback@argusmedia.com Copyright © 2024. Argus Media group . All rights reserved.

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Tokyo, 20 June (Argus) — Japanese petrochemical producer Mitsubishi Gas Chemical (MGC) has begun commercial output of bio-methanol by using sewage gas at its Niigata plant in northwest Japan's Niigata prefecture, in its latest project to decarbonise methanol manufacturing. It buys sewage gas, consisting of methane and carbon dioxide (CO2), from Niigata prefecture's Niigougawa sewerage plant. But the volume of bio-methanol produced is inconsistent and limited, it said. Output of bio-methanol could be a minimum 1 t/d but is unlikely to exceed 10 t/d, depending on the feedstock volumes MGC can purchase, it added. The sewerage plant uses the gas for power generation. MGC is still looking for buyers of its bio-methanol, although it said it has found some potential users. It expects domestic sales as output is too low for exports. The company expects its bio-methanol to be used as petrochemical feedstock, marine fuel and power generation fuel. The company has also explored the feasibility of methanol production from CO2 and green hydrogen in partnership with Cement Australia. Japan's methanol consumption has been around 1.7mn-1.8mn t/yr, according to MGC, with demand expected to grow further. By Nanami Oki Send comments and request more information at feedback@argusmedia.com Copyright © 2024. Argus Media group . All rights reserved.

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